Em jogo espetacular, São Paulo volta a sonhar com a Libertadores
Fonte Blog Fernando Sampaio
Por Getúlio
Foi um belíssimo jogo. Conforme a previsão, cheio de gols. Com a escalação treinada pelo Carpegiani e o poderio ofensivo do Santos seria surpresa um placar apertado ou empate sem gols. Foi um jogo aberto, emocionante e qualquer um poderia ter vencido. A terceira vitória seguida do São Paulo mostrou que o tempo perdido com Baresi pode ter custado a vaga na Libertadores. O Santos saiu com gostinho amargo, poderia ter vencido, empatado, mas acabou perdendo no último lance. Calma, o Peixe está vivo. Na próxima rodada é o único candidato ao título com certeza da vitória.

Foto: Reinaldo Marques/Terra
O São Paulo entrou no 4-2-3-1, formação treinada durante a semana. Mano Menezes entrou assim contra o Irã. Mas uma coisa é contra o Irã, outra é contra o Santos. O tricolor abriu mão da marcação e foi para o ataque, deixando espaço para o contra-ataque rápido do Santos. Correu o risco. Deu certo. Dagoberto arrebentou. Fico imaginando os cartolas que pediram sua cabeça após a derrota magra para o Inter e colocaram Baresi para tirá-lo do time. Nunca fui fã do Dagoberto, mas culpá-lo pela Libertadores foi ridículo.
O primeiro tempo foi sensacional, o segundo ainda mais emocionante.
No intervalo Carpegiani reforçou a marcação. Aproveitou a contusão de Lucas e colocou Renato Silva, fechou o lado explorado por Neymar e Alex Sandro, passou Jean para o meio-campo. O São Paulo estava atraindo o Santos para matar no contra-ataque, até Richarlyson ser expulso de forma irresponsável. Pela entrevista do Carpegiani, Diogo será o titular. Sempre disse que Richarlyson seria titular com qualquer técnico. Foi assim com Muricy, Gomes, Baresi, Carpegiani…. Mas agora, depois da indisciplina, vai dançar. Merecia férias.
Após a expulsão, aos 12 minutos, o Santos cresceu. Martelotte tirou Brum, colocou Felipe Anderson. Mesmo com dez jogadores o São Paulo continuou perigoso e criou chances. Aos 25, Neymar cai na área. Sandro Meira Ricci, excelente árbitro, marcou pênalti. Até tu Brutus? É complicado jogar contra uma pluma. Neymar empatou. O jogo ficou ainda mais aberto. Carpegiani fez mais uma alteração. Colocou Marlos. Deu sorte. Aos 47, Marlos cruzou, Ricardo Oliveira cabeceou, Rafael deu rebote e Jean, que acabara de perder duas chances, desta vez matou o jogo.
Foi um jogo espetacular. O São Paulo espera sonhar com Libertadores, o Santos com o título.

Foto: Reinaldo Marques/Terra

Foto: Reinaldo Marques/Terra
O São Paulo entrou no 4-2-3-1, formação treinada durante a semana. Mano Menezes entrou assim contra o Irã. Mas uma coisa é contra o Irã, outra é contra o Santos. O tricolor abriu mão da marcação e foi para o ataque, deixando espaço para o contra-ataque rápido do Santos. Correu o risco. Deu certo. Dagoberto arrebentou. Fico imaginando os cartolas que pediram sua cabeça após a derrota magra para o Inter e colocaram Baresi para tirá-lo do time. Nunca fui fã do Dagoberto, mas culpá-lo pela Libertadores foi ridículo.
O primeiro tempo foi sensacional, o segundo ainda mais emocionante.
No intervalo Carpegiani reforçou a marcação. Aproveitou a contusão de Lucas e colocou Renato Silva, fechou o lado explorado por Neymar e Alex Sandro, passou Jean para o meio-campo. O São Paulo estava atraindo o Santos para matar no contra-ataque, até Richarlyson ser expulso de forma irresponsável. Pela entrevista do Carpegiani, Diogo será o titular. Sempre disse que Richarlyson seria titular com qualquer técnico. Foi assim com Muricy, Gomes, Baresi, Carpegiani…. Mas agora, depois da indisciplina, vai dançar. Merecia férias.
Após a expulsão, aos 12 minutos, o Santos cresceu. Martelotte tirou Brum, colocou Felipe Anderson. Mesmo com dez jogadores o São Paulo continuou perigoso e criou chances. Aos 25, Neymar cai na área. Sandro Meira Ricci, excelente árbitro, marcou pênalti. Até tu Brutus? É complicado jogar contra uma pluma. Neymar empatou. O jogo ficou ainda mais aberto. Carpegiani fez mais uma alteração. Colocou Marlos. Deu sorte. Aos 47, Marlos cruzou, Ricardo Oliveira cabeceou, Rafael deu rebote e Jean, que acabara de perder duas chances, desta vez matou o jogo.
Foi um jogo espetacular. O São Paulo espera sonhar com Libertadores, o Santos com o título.

Foto: Reinaldo Marques/Terra
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