Ordem no São Paulo para clássico no Morumbi é atacar
De um lado, a fome por mais um título, que consagraria uma temporada perfeita.
Fonte Estadão
17 de Outubro de 2010
De outro, a fé de que haja um consolo no fim do caminho, que por enquanto não parece levar a lugar nenhum. Ambição e esperança estarão confrontadas no campo do Morumbi, às 18h30: São Paulo e Santos disputam um clássico em situações bastante distinta no Campeonato Brasileiro.
Vencer, vencer, vencer. Quantas vezes técnicos e jogadores de ambos os times conjugaram este verbo durante a semana, falaram em triunfo? Incontáveis. Só resta isso ao São Paulo, que ainda nutre bem no íntimo uma remota chama de esperança da oitava participação seguida na Copa Libertadores. No Morumbi, se fala que cada jogo é uma decisão e se confia que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) poderia reverter decisão da Sul-Americana (Conmebol), que transformou o G-4 em G-3 - a distância para o último classificado, que hoje é de oito pontos, passaria então para três e a disputa ficaria totalmente aberta.
Em campo, receitas distintas. O técnico Paulo César Carpegiani está empolgado com opções ofensivas e o São Paulo terá praticamente quatro atacantes (Lucas, Dagoberto, Fernandinho e Ricardo Oliveira). Uma grande esperança atende por Lucas. Tem 18 anos, velocidade, drible vertical e bom chute. Logo no seu primeiro clássico como profissional, decidiu o confronto contra o Palmeiras (2 a 0) com um belo gol e passe para outro. "Quando cheguei, o escalei e ele não sentiu nenhuma dificuldade. Demonstrou grande qualidade", elogiou o treinador.
É a última chance do ano para o São Paulo vergar os santistas. Nas quatro derrotas anteriores, o time tricolor só fez três gols, estatística que pode mudar dependendo da inspiração de Lucas no ataque. "O Santos estava em momento melhor que o nosso no início do ano", explicou o jogador, que surgiu só dois meses atrás. "Ainda não perdi para eles. Espero vencer, não vai ter freguesia".

vipcomm
Vencer, vencer, vencer. Quantas vezes técnicos e jogadores de ambos os times conjugaram este verbo durante a semana, falaram em triunfo? Incontáveis. Só resta isso ao São Paulo, que ainda nutre bem no íntimo uma remota chama de esperança da oitava participação seguida na Copa Libertadores. No Morumbi, se fala que cada jogo é uma decisão e se confia que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) poderia reverter decisão da Sul-Americana (Conmebol), que transformou o G-4 em G-3 - a distância para o último classificado, que hoje é de oito pontos, passaria então para três e a disputa ficaria totalmente aberta.
Em campo, receitas distintas. O técnico Paulo César Carpegiani está empolgado com opções ofensivas e o São Paulo terá praticamente quatro atacantes (Lucas, Dagoberto, Fernandinho e Ricardo Oliveira). Uma grande esperança atende por Lucas. Tem 18 anos, velocidade, drible vertical e bom chute. Logo no seu primeiro clássico como profissional, decidiu o confronto contra o Palmeiras (2 a 0) com um belo gol e passe para outro. "Quando cheguei, o escalei e ele não sentiu nenhuma dificuldade. Demonstrou grande qualidade", elogiou o treinador.
É a última chance do ano para o São Paulo vergar os santistas. Nas quatro derrotas anteriores, o time tricolor só fez três gols, estatística que pode mudar dependendo da inspiração de Lucas no ataque. "O Santos estava em momento melhor que o nosso no início do ano", explicou o jogador, que surgiu só dois meses atrás. "Ainda não perdi para eles. Espero vencer, não vai ter freguesia".

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