O velho Carpa de guerra está de volta
Fonte ESPN
Por Getúlio
cado não deva ser levado ao pé da letra, a mensagem não foi de bom tom. Principalmente, se consideramos que quem está chegando nada mais é do que uma aposta.
Sim, depois de tanto rodar por aí, pode-se dizer que o velho Carpa de guerra ainda conserva essa condição. Às vezes, tenho a impressão de que se trata de um injustiçado. Uma espécie de Roth com mais grife. Às vezes, não.
Carpegiani fez bons trabalhos recentes. No Vitória, de vocação tantas vezes ofensiva, formou uma ótima defesa apoiada no colombiano Viáfara e numa molecada promissora – Victor Ramos, Wallace, Anderson Martins e Uelinton. Voltaria a fazer algo semelhante no Atlético-PR, transformando um time desacreditado em candidato a vaga na Libertadores.

Vipcomm
É com essa apresentação que o gaúcho de Erechim volta ao São Paulo. Volta com um status diferente – ainda que siga sendo uma aposta. É hoje um cara de quem muita gente já sabe o que esperar. Não eram assim em 1999. Ali, ainda restava alguma esperança por trás dos dirigentes tricolores. De que aqueles anos no exterior pudessem ter moldado um novo Carpegiani, pronto para levar adiante a imagem que deixara na Copa da França e se assumir como alguém top no mercado. Não foi bem isso o que se viu.
Nunca é tarde, no entanto, para esse desabrochar. Guardadas as devidas proporções – por se tratar de profissionais de gerações diferentes –, Roth está aí para provar que é possível.
Sim, depois de tanto rodar por aí, pode-se dizer que o velho Carpa de guerra ainda conserva essa condição. Às vezes, tenho a impressão de que se trata de um injustiçado. Uma espécie de Roth com mais grife. Às vezes, não.
Carpegiani fez bons trabalhos recentes. No Vitória, de vocação tantas vezes ofensiva, formou uma ótima defesa apoiada no colombiano Viáfara e numa molecada promissora – Victor Ramos, Wallace, Anderson Martins e Uelinton. Voltaria a fazer algo semelhante no Atlético-PR, transformando um time desacreditado em candidato a vaga na Libertadores.

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É com essa apresentação que o gaúcho de Erechim volta ao São Paulo. Volta com um status diferente – ainda que siga sendo uma aposta. É hoje um cara de quem muita gente já sabe o que esperar. Não eram assim em 1999. Ali, ainda restava alguma esperança por trás dos dirigentes tricolores. De que aqueles anos no exterior pudessem ter moldado um novo Carpegiani, pronto para levar adiante a imagem que deixara na Copa da França e se assumir como alguém top no mercado. Não foi bem isso o que se viu.
Nunca é tarde, no entanto, para esse desabrochar. Guardadas as devidas proporções – por se tratar de profissionais de gerações diferentes –, Roth está aí para provar que é possível.
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