Daqui saiu um Kaká

Em 2001, ele despontava no São Paulo. Hoje, a grande revelação é Lucas, que, como o craque do Real, mudou de nome

Fonte Placar

O início de 2001 foi inesquecível para Kaká: de reserva do Tricolor vice-campeão da Copa São Paulo a protagonista da decisão do Rio-São Paulo contra o Botafogo pelo time principal. Depois da partida, o jogador abandonou o C e adotou o K em seu nome.
A trajetória começou de forma semelhante à de Lucas, maior promessa do time atual, que joga na mesma posição que o meia do Real, surgiu num momento de irregularidade e também trocou o nome.
Como o talento de Kaká emergiu num período de carência de títulos e ídolos, as comparações com Raí, que é venerado pelos são-paulinos, eram inevitáveis. “O que o torcedor do São Paulo insiste em saber é se ele está mesmo pronto para preencher a lacuna deixada por Raí”, dizia a PLACAR de 28 de agosto de 2001.
Além da habilidade e do sucesso com o público feminino, Kaká se assemelhava ao irmão de Sócrates pela capacidade de dar boas entrevistas, fruto de uma formação de classe média. E as semelhanças não paravam por aí: “O segundo esporte dos dois é o mesmo: tênis. Kaká mostrou um bom potencial com a raquete”, relatava a reportagem.
Nelsinho Baptista, então técnico do São Paulo, já previa um futuro brilhante para a joia: “O Kaká tem qualidade, não é só um momento que ele está passando”. O desenrolar da história todos conhecem: Kaká foi vendido ao Milan em 2003, onde conquistou o Campeonato Italiano, Champions League, Mundial e melhor do mundo, em 2007. Além disso, já disputou três Copas e hoje está no Real Madrid.
Assim como Lucas, que ainda mora no CT da Barra Funda, Kaká era modesto. Depois dos treinos, ele e Júlio Baptista iam embora no Palio sem ar-condicionado do craque. Questionado quanto a trocar de carro, Kaká mostrava humildade: “Ainda preciso fazer mais uns golzinhos”.
E Marcelinho deu à luz Lucas
No início do mês, ele era chamado de Marcelinho, mas hoje prefere o nome de batismo: Lucas. O apelido foi recebido devido à semelhança com Marcelinho Carioca, quando Lucas ainda atuava na base do Corinthians. Por não querer comparações com um ídolo do rival, o jogador preferiu ser chamado pelo nome que recebeu de seus pais.
Com apenas 18 anos, o meia-atacante já é visto como um jogador capaz de ajudar o Tricolor a superar a irregularidade apresentada neste ano. Tanto que o ídolo máximo do São Paulo, Rogério Ceni, já o comparou às mais valiosas revelações do São Paulo na década: Kaká e Júlio Baptista. Como referências dentro do campo, a promessa aponta os excelentes dribladores Denílson, Robinho e Ronaldinho Gaúcho e o argentino Messi.
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