Centroavante Milton Cruz já deixou o seu contra o Verdão
Quando era jogador, atual auxiliar-técnico balançou a rede do Palmeiras em 1978
Fonte Diário de São Paulo
Por Getúlio
Há anos acostumados com a figura de Milton Cruz, o que alguns são-paulinos podem não se lembrar é que o "papai", como alguns jogadores se referem a ele, já foi o dono da camisa 9 tricolor. Na segunda metade da década de 70, o então centroavante Milton chegou a ter até uma boa sequência como titular.
Vipcomm
Milton Cruz, hoje auxiliar tricolor, já deu trabalho ao Palmeiras dentro de campo
Milton Cruz se lembra bem do dia 9 de julho de 1978, quando, com um gol seu, o Tricolor empatou com o Palmeiras no Morumbi, pelo Brasileirão. "Era uma jogada ensaiada. O Bezerra bateu uma falta na direita para o Getúlio", conta Milton, com memória vívida sobre o lance. "O Getúlio foi até a linha de fundo e jogou na área. Não lembro bem quem cabeceou primeiro, mas o rebote da trave voltou e eu só empurrei, de cabeça", diz, com entusiasmo.
"O mais legal é que o goleiro era o Leão. Fazer gol nele é mais gostoso", diverte-se o veterano auxiliar-técnico tricolor - desde os tempos de Telê Santana.
A chance de titularidade para Milton se deu especialmente devido à suspensão de Serginho Chulapa. Em 12 de fevereiro de 1978, o explosivo atacante deu um chute na canela do bandeirinha Valdevaldo Rangel, enfurecido por ter um gol anulado em uma partida contra o Botafogo de Ribeirão Preto.
Após jogar pelo São Paulo, Milton tornou-se um andarilho da bola. Foi um dos primeiros brasileiros a tentar a sorte no Japão, onde vestiu a camisa do Kashima Antlers. De volta ao Brasil, ajudou a encerrar o jejum do Botafogo, em 89, e ainda brilhou por Náutico e Inter de Porto Alegre. Pela seleção brasileira, foi medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 1984.
Vipcomm
Milton Cruz, hoje auxiliar tricolor, já deu trabalho ao Palmeiras dentro de campo
Milton Cruz se lembra bem do dia 9 de julho de 1978, quando, com um gol seu, o Tricolor empatou com o Palmeiras no Morumbi, pelo Brasileirão. "Era uma jogada ensaiada. O Bezerra bateu uma falta na direita para o Getúlio", conta Milton, com memória vívida sobre o lance. "O Getúlio foi até a linha de fundo e jogou na área. Não lembro bem quem cabeceou primeiro, mas o rebote da trave voltou e eu só empurrei, de cabeça", diz, com entusiasmo.
"O mais legal é que o goleiro era o Leão. Fazer gol nele é mais gostoso", diverte-se o veterano auxiliar-técnico tricolor - desde os tempos de Telê Santana.
A chance de titularidade para Milton se deu especialmente devido à suspensão de Serginho Chulapa. Em 12 de fevereiro de 1978, o explosivo atacante deu um chute na canela do bandeirinha Valdevaldo Rangel, enfurecido por ter um gol anulado em uma partida contra o Botafogo de Ribeirão Preto.
Após jogar pelo São Paulo, Milton tornou-se um andarilho da bola. Foi um dos primeiros brasileiros a tentar a sorte no Japão, onde vestiu a camisa do Kashima Antlers. De volta ao Brasil, ajudou a encerrar o jejum do Botafogo, em 89, e ainda brilhou por Náutico e Inter de Porto Alegre. Pela seleção brasileira, foi medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 1984.
Avalie esta notícia:
8
4
VEJA TAMBÉM
- Artur quer permanecer no São Paulo e pode ajudar em negociação com o Botafogo- Wendell pode deixar o São Paulo e voltar ao Grêmio em meio a reestruturação financeira do Tricolor
- Vasco pode envolver Brenner e Hinestroza para tentar tirar Luciano do São Paulo
- Luciano no Vasco? Ferreirinha por Artur? São Paulo tem novidades surpreendentes!
- São Paulo tem dois jogadores convocados pela Seleção Brasileira; veja quem são
