Palmeiras e São Paulo vão decidir hoje seus destinos para o restante do campeonato
Em posições intermediárias, Palmeiras e São Paulo vão decidir hoje seus destinos para o restante do campeonato. Uma vitória pode ser o combustível que falta às duas equipes para iniciar uma reação, enquanto uma derrota colocará todo o ano em risco
Fonte Diário de São Paulo
Por amortricolor
É verdade que nem Palmeiras, nem São Paulo têm jogado futebol para justificar grandes aspirações no Brasileirão. Colocados em posições muito abaixo das expectativas de seus torcedores, os rivais entram hoje em campo, às 16h, no Pacaembu, sem chance de ingressar no G4. Pela lógica, tal situação seria suficiente para esvaziar qualquer partida comum. Mas que ninguém se engane: estamos falando do Choque-Rei. Quem perder entrará em crise e ficará mais perto da zona da morte.
foto: Nelson Coelho/Diário SP
O Palmeiras, que alterna bons e maus momentos com disparidade espantosa, pode fazer do clássico um momento de afirmação, embora Felipão tente minimizar a importância da partida. "Existem dez times na nossa frente e 11 na frente do São Paulo. Se mais para frente tivermos uma oportunidade, vamos brigar. Mas a prioridade é sair do lugar em que estamos", diz. O goleiro Deola faz coro: "A expectativa é a mesma de qualquer partida, mesmo sendo um clássico, onde há mais responsabilidade e cobrança."
Mesmo não confirmado no time titular, Valdivia é o grande nome do Verdão para o jogo, já que Marcos (machucado) e Kléber (suspenso) estão fora. O chileno costuma brilhar em clássicos contra o São Paulo. Na semifinal do Campeonato Paulista de 2008, último título do Verdão, o Mago fez até as luzes do Palestra Itália se apagarem ao marcar o segundo gol e comemorar com sinal de silêncio para o goleiro Rogério Ceni.
No lado são-paulino, o jogo é tratado como uma verdadeira decisão. "Clássico não tem meio-termo", diz Alex Silva, zagueiro do Tricolor que retorna, após um mês machucado, justamente no confronto com o rival. "Voltei no jogo certo. Não tem mais brecha, precisamos ganhar", diz Alex, ilustrando bem como os tricolores pretendem entrar para a partida.
Se a volta de Alex devolve ao Tricolor a solidez defensiva que o time não tem mostrado, fica mesmo para Fernandão a tarefa de tentar fazer os gols que o São Paulo tanto precisa para ter um pouco de tranquilidade.
Interino
Aliás, tranquilidade é artigo em falta pelos lados do CT da Barra Funda. Sérgio Baresi anda tão firme no cargo como um prego na areia. Com a crise entre o técnico Dorival Júnior e Neymar, no Santos, a diretoria tricolor chegou a sonhar com o técnico, que continuará na Vila.
foto: Nelson Coelho/Diário SP
O Palmeiras, que alterna bons e maus momentos com disparidade espantosa, pode fazer do clássico um momento de afirmação, embora Felipão tente minimizar a importância da partida. "Existem dez times na nossa frente e 11 na frente do São Paulo. Se mais para frente tivermos uma oportunidade, vamos brigar. Mas a prioridade é sair do lugar em que estamos", diz. O goleiro Deola faz coro: "A expectativa é a mesma de qualquer partida, mesmo sendo um clássico, onde há mais responsabilidade e cobrança."
Mesmo não confirmado no time titular, Valdivia é o grande nome do Verdão para o jogo, já que Marcos (machucado) e Kléber (suspenso) estão fora. O chileno costuma brilhar em clássicos contra o São Paulo. Na semifinal do Campeonato Paulista de 2008, último título do Verdão, o Mago fez até as luzes do Palestra Itália se apagarem ao marcar o segundo gol e comemorar com sinal de silêncio para o goleiro Rogério Ceni.
No lado são-paulino, o jogo é tratado como uma verdadeira decisão. "Clássico não tem meio-termo", diz Alex Silva, zagueiro do Tricolor que retorna, após um mês machucado, justamente no confronto com o rival. "Voltei no jogo certo. Não tem mais brecha, precisamos ganhar", diz Alex, ilustrando bem como os tricolores pretendem entrar para a partida.
Se a volta de Alex devolve ao Tricolor a solidez defensiva que o time não tem mostrado, fica mesmo para Fernandão a tarefa de tentar fazer os gols que o São Paulo tanto precisa para ter um pouco de tranquilidade.
Interino
Aliás, tranquilidade é artigo em falta pelos lados do CT da Barra Funda. Sérgio Baresi anda tão firme no cargo como um prego na areia. Com a crise entre o técnico Dorival Júnior e Neymar, no Santos, a diretoria tricolor chegou a sonhar com o técnico, que continuará na Vila.
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