Raí se coloca abaixo de "herói" Ceni na história do São Paulo
Fonte Terra
13 de Setembro de 2010
Raí esteve presente na pre-estreia de filme sobre o hexacampeonato brasileiro do São Paulo
Foto: Elisa Rodrigues/Futura Press
Campeão brasileiro pelo São Paulo em 1991, Raí foi um dos ex-jogadores escolhidos para dar depoimentos para o filme Soberano, que retrata as seis conquistas nacionais do clube tricolor. Questionado sobre a sua condição de ídolo, o ex-meia permitiu uma comparação com Rogério Ceni, mas colocou o goleiro como mais importante para a história da equipe.
"Pode haver uma comparação pelo sentido da liderança, mas no geral o Rogério é mais importante na história do São Paulo. Não só como ídolo, mas também como herói", afirmou.
Nesta segunda-feira, em exibição exclusiva do filme para a imprensa, Raí comentou sobre os seus três momentos pelo São Paulo durante o hexacampeonato: como espectador, como protagonista e como torcedor.
"Em 1977, estava em Ribeirão Preto acompanhando aquele time campeão. Depois, tive um papel ativo como capitão no sofrido terceiro campeonato brasileiro, o meu primeiro (1991), quando jogamos três finais seguidas. E depois com uma emoção diferente, como torcedor nesses últimos três", disse o ex-atleta.
Foto: Elisa Rodrigues/Futura Press
Campeão brasileiro pelo São Paulo em 1991, Raí foi um dos ex-jogadores escolhidos para dar depoimentos para o filme Soberano, que retrata as seis conquistas nacionais do clube tricolor. Questionado sobre a sua condição de ídolo, o ex-meia permitiu uma comparação com Rogério Ceni, mas colocou o goleiro como mais importante para a história da equipe.
"Pode haver uma comparação pelo sentido da liderança, mas no geral o Rogério é mais importante na história do São Paulo. Não só como ídolo, mas também como herói", afirmou.
Nesta segunda-feira, em exibição exclusiva do filme para a imprensa, Raí comentou sobre os seus três momentos pelo São Paulo durante o hexacampeonato: como espectador, como protagonista e como torcedor.
"Em 1977, estava em Ribeirão Preto acompanhando aquele time campeão. Depois, tive um papel ativo como capitão no sofrido terceiro campeonato brasileiro, o meu primeiro (1991), quando jogamos três finais seguidas. E depois com uma emoção diferente, como torcedor nesses últimos três", disse o ex-atleta.
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