Para acabar com pontos cegos, também gerados por anúncios, o São Paulo tinha que refazer a estrutura de arquibancadas inferiores para proporcionar visibilidade total aos espectadores.
Com placas maiores, com 1 m, aumentava a necessidade de reformas nesses setores do estádio. A distância de entre 4 m e 5 m do campo criava mais problemas para o clube.
O São Paulo questionava essas medidas por alegar que a entidade utilizava os parâmetros mais rígidos para seu estádio, dentro das regras gerais para o Mundial.
Mas o clube incluiu nos seus planos a previsão de rebaixamento do gramado para minimizar a questão.
Ainda assim, a Fifa não ficou satisfeita, fez críticas e pediu que o campo ficasse ainda mais baixo do que o previsto pelo projeto inicial apresentado pelo clube.
O rebaixamento do gramado e a mudança de inclinação das arquibancadas foram dois fatores que encareceram a reforma porque seria preciso quebrar o cimento embaixo do estádio.
Aliado a outros fatores, isso elevou a reforma do estádio para R$ 635 milhões. O São Paulo, porém, apresentou à Fifa uma proposta mais barata e viu seu estádio ser excluído da Copa.
Folha
_____________________________________
Por spfc.net
Ontem

Hoje

E Sempre
