Rogério Ceni Futebol Clube faz 20 anos
Goleiro completa duas décadas de soberania no Tricolor na terça. LANCENET! recorda com você
Fonte LANCEPRESS!
Por Getúlio
Ceni comemorou muito pelo São Paulo (Foto: Vipcomm)
O LANCENET! inicia neste sábado uma série de matérias sobre os 20 anos de Rogério Ceni no São Paulo, que se completam na terça-feira. Período que o tornou muito influente no clube dentro e fora de campo. Ordem para Cleber Santana forçar a entrada em campo contra o Atlético-GO foi outro exemplo de seu poder. Conheça algumas histórias do goleiro
‘Migué’, não!
Vai para o jogo, rapaz!
Antes de um dos últimos jogos do São Paulo no Morumbi, um jogador se queixou de dores musculares para o departamento médico. Ele seria titular
e a atitude despertou curiosidade em Rogério Ceni. O capitão foi, então, conversar com o companheiro e disse que também estava com dores no tornozelo, mas que jogaria. O diálogo foi na hora do almoço. Ao chegar no estádio, horas depois, o atleta foi questionado novamente pelos médicos. Disse que estava 100% para o jogo.
Artilheiro, só ele!
Tentativa frustrada
Em 1996, contra o Mogi Mirim, o técnico Muricy Ramalho foi expulso. Ceni ficou no banco e com o Tricolor precisando de um gol, gritou para o titular Zetti ir para a área em cobrança de escanteio. Ele foi. Em vão, pela primeira e única vez.

Crédito: Maurício Val/VIPCOMM
E MAIS: Relembre histórias curiosas do mito
Fica, Pavão!
Conselheiro
No início da década de 90, mesmo recém-chegado, Rogério aconselhou o ex-lateral Pavão a ficar no clube. Ele seria emprestado e ganharia mais do que no Tricolor. Mas Ceni o acompanhou até a secretaria, cujo diretor era Márcio Aranha, e deu dicas de como conduzir a negociação, falou de valores e quanto pedir de luvas. Um dos argumentos do goleiro a Pavão foi de que Telê Santana, técnico na época, gostava do ex-lateral. Pavão ficou e venceu o Paulista-91, Recopa-93 e Conmebol-94 pelo São Paulo.
Mais que o ídolo?
‘É com ele!’
No fim da década passada, o então presidente José Augusto Bastos Neto procurou o meia Raí, que voltou ao clube em 1998, para negociar o bicho de uma conquista. O ídolo, de pronto, respondeu: “Não é comigo, presidente. Fala com o Rogério, ele que vai resolver essa questão”. Isso que é moral...
Olheiro
‘Vem cá jogar comigo’
Nos últimos anos, Rogério tem “ajudado” na indicação de jogadores o auxiliar Milton Cruz, garimpeiro de talentos. Ele conversa com os atletas e os convida a defender o clube. O volante Josué, ex-Goiás, o zagueiro Rodrigo, ex-Ponte Preta, e o atacante Washington, hoje no Fluminense, são exemplos de “reforços” de Ceni.
Pressão
Afastamento
Em 2001, Ceni entrou em atrito com o presidente Paulo Amaral e pressionou a cúpula do clube publicamente. Reivindicava direitos de contrato, contra a alegação da presidência de que estava forçando a barra, o nebuloso episódio da proposta do Arsenal (ING). Amaral afastou o goleiro por 28 dias. Ceni chegou a enviar três cartas à diretoria, pedindo para treinar no CT, inclusive. As partes entraram em acordo depois e o capitão seguiu.
Preparador
Vai, Denis!
Em 2009, na eliminação da Libertadores para o Cruzeiro, no Morumbi, foi Ceni quem fez o aquecimento do substituto Denis. O capitão estava parado por conta da maior lesão de sua carreira e deu força ao jovem goleiro. Também preocupou os médicos: mesmo lesionado, batia muito forte na bola.
Levanta!
Falha de ânimo
A falha na final da Libertadores-06 contra o Internacional foi um marco na carreira. Depois da perda do título, Ceni intensificou os treinos já no dia seguinte e prometeu dar a volta por cima logo. Foi tricampeão brasileiro depois (06/07/08).
Vitória certa
Na preleção...
Para muita gente no clube, membros da comissão técnica, inclusive, o São Paulo hoje ganha os jogos na boca de Rogério. O goleiro sempre costuma reunir os jogadores para uma conversa depois da tradicional preleção dos técnicos, considerada até menos importante do que a do capitão. Há quem diga que ele é 70% do que o clube é hoje, principalmente dentro de campo. Foi assim no Mundial em 2005, quando a confiança inabalável do capitão na véspera do jogo contra o Liverpool (ING) deixou todos crentes do título.

Crédito: Maurício Val/VIPCOMM
O LANCENET! inicia neste sábado uma série de matérias sobre os 20 anos de Rogério Ceni no São Paulo, que se completam na terça-feira. Período que o tornou muito influente no clube dentro e fora de campo. Ordem para Cleber Santana forçar a entrada em campo contra o Atlético-GO foi outro exemplo de seu poder. Conheça algumas histórias do goleiro
‘Migué’, não!
Vai para o jogo, rapaz!
Antes de um dos últimos jogos do São Paulo no Morumbi, um jogador se queixou de dores musculares para o departamento médico. Ele seria titular
e a atitude despertou curiosidade em Rogério Ceni. O capitão foi, então, conversar com o companheiro e disse que também estava com dores no tornozelo, mas que jogaria. O diálogo foi na hora do almoço. Ao chegar no estádio, horas depois, o atleta foi questionado novamente pelos médicos. Disse que estava 100% para o jogo.
Artilheiro, só ele!
Tentativa frustrada
Em 1996, contra o Mogi Mirim, o técnico Muricy Ramalho foi expulso. Ceni ficou no banco e com o Tricolor precisando de um gol, gritou para o titular Zetti ir para a área em cobrança de escanteio. Ele foi. Em vão, pela primeira e única vez.

Crédito: Maurício Val/VIPCOMM
E MAIS: Relembre histórias curiosas do mito
Fica, Pavão!
Conselheiro
No início da década de 90, mesmo recém-chegado, Rogério aconselhou o ex-lateral Pavão a ficar no clube. Ele seria emprestado e ganharia mais do que no Tricolor. Mas Ceni o acompanhou até a secretaria, cujo diretor era Márcio Aranha, e deu dicas de como conduzir a negociação, falou de valores e quanto pedir de luvas. Um dos argumentos do goleiro a Pavão foi de que Telê Santana, técnico na época, gostava do ex-lateral. Pavão ficou e venceu o Paulista-91, Recopa-93 e Conmebol-94 pelo São Paulo.
Mais que o ídolo?
‘É com ele!’
No fim da década passada, o então presidente José Augusto Bastos Neto procurou o meia Raí, que voltou ao clube em 1998, para negociar o bicho de uma conquista. O ídolo, de pronto, respondeu: “Não é comigo, presidente. Fala com o Rogério, ele que vai resolver essa questão”. Isso que é moral...
Olheiro
‘Vem cá jogar comigo’
Nos últimos anos, Rogério tem “ajudado” na indicação de jogadores o auxiliar Milton Cruz, garimpeiro de talentos. Ele conversa com os atletas e os convida a defender o clube. O volante Josué, ex-Goiás, o zagueiro Rodrigo, ex-Ponte Preta, e o atacante Washington, hoje no Fluminense, são exemplos de “reforços” de Ceni.
Pressão
Afastamento
Em 2001, Ceni entrou em atrito com o presidente Paulo Amaral e pressionou a cúpula do clube publicamente. Reivindicava direitos de contrato, contra a alegação da presidência de que estava forçando a barra, o nebuloso episódio da proposta do Arsenal (ING). Amaral afastou o goleiro por 28 dias. Ceni chegou a enviar três cartas à diretoria, pedindo para treinar no CT, inclusive. As partes entraram em acordo depois e o capitão seguiu.
Preparador
Vai, Denis!
Em 2009, na eliminação da Libertadores para o Cruzeiro, no Morumbi, foi Ceni quem fez o aquecimento do substituto Denis. O capitão estava parado por conta da maior lesão de sua carreira e deu força ao jovem goleiro. Também preocupou os médicos: mesmo lesionado, batia muito forte na bola.
Levanta!
Falha de ânimo
A falha na final da Libertadores-06 contra o Internacional foi um marco na carreira. Depois da perda do título, Ceni intensificou os treinos já no dia seguinte e prometeu dar a volta por cima logo. Foi tricampeão brasileiro depois (06/07/08).
Vitória certa
Na preleção...
Para muita gente no clube, membros da comissão técnica, inclusive, o São Paulo hoje ganha os jogos na boca de Rogério. O goleiro sempre costuma reunir os jogadores para uma conversa depois da tradicional preleção dos técnicos, considerada até menos importante do que a do capitão. Há quem diga que ele é 70% do que o clube é hoje, principalmente dentro de campo. Foi assim no Mundial em 2005, quando a confiança inabalável do capitão na véspera do jogo contra o Liverpool (ING) deixou todos crentes do título.

Crédito: Maurício Val/VIPCOMM
Avalie esta notícia:
11
6
VEJA TAMBÉM
- Artur quer permanecer no São Paulo e pode ajudar em negociação com o Botafogo- Wendell pode deixar o São Paulo e voltar ao Grêmio em meio a reestruturação financeira do Tricolor
- Vasco pode envolver Brenner e Hinestroza para tentar tirar Luciano do São Paulo
- Luciano no Vasco? Ferreirinha por Artur? São Paulo tem novidades surpreendentes!
- São Paulo tem dois jogadores convocados pela Seleção Brasileira; veja quem são
