Abre o cofre!
Presidente são-paulino Juvenal Juvêncio não tira o escorpião do bolso e mantém técnicos distantes
Fonte Diário de São Paulo/ s
Por torcedor_comedor_de_galinhas
Juvenal está fazendo jogo duro para trazer um técnico

foto: Nelson Coelho/Diário SP
Torcida, dirigentes e até alguns jogadores cobram do presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, a contratação imediata de um técnico de ponta para tirar o time da atual crise. Mas o cartola coloca dificuldades no acordo com treinadores porque não abre mão de pagar salários menos graúdos e, ao mesmo tempo, se recusa a bancar multas rescisórias. Assim, o interino Sérgio Baresi vai ser mantido ao menos até o jogo de domingo, contra o Fluminense, no Rio.
"Vamos continuar pagando a um treinador o que estamos acostumados", afirmou o vice-presidente de futebol do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. "O Baresi continua nosso técnico. Não temos um novo treinador, e ele segue até acharmos um", completou.
Prioridade de Juvenal para o cargo, Paulo Autuori, atualmente no Al-Rayaan, do Qatar, está pedindo um salário alto (R$ 400 mil). Nem Muricy Ramalho recebia uma remuneração deste porte após ser tricampeão brasileiro. Ele ganhava cerca de R$ 300 mil. Cotado como plano B, Antônio Lopes pode ser chamado caso Autuori não venha. "Aqui nenhum técnico vai ganhar uma fortuna", engrossa o coro o superintendente Marco Aurélio Cunha.
Outro motivo para Juvenal ter brecado a contratação imediata de um novo técnico é o fato de o profissional ter a ingrata missão de enfrentar o embalado líder do Brasileirão, Fluminense, logo em sua estreia. "E um eventual novo treinador também precisa querer treinar o time domingo", despista Leco, ciente de que a missão é inglória.

foto: Nelson Coelho/Diário SP
Torcida, dirigentes e até alguns jogadores cobram do presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, a contratação imediata de um técnico de ponta para tirar o time da atual crise. Mas o cartola coloca dificuldades no acordo com treinadores porque não abre mão de pagar salários menos graúdos e, ao mesmo tempo, se recusa a bancar multas rescisórias. Assim, o interino Sérgio Baresi vai ser mantido ao menos até o jogo de domingo, contra o Fluminense, no Rio.
"Vamos continuar pagando a um treinador o que estamos acostumados", afirmou o vice-presidente de futebol do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. "O Baresi continua nosso técnico. Não temos um novo treinador, e ele segue até acharmos um", completou.
Prioridade de Juvenal para o cargo, Paulo Autuori, atualmente no Al-Rayaan, do Qatar, está pedindo um salário alto (R$ 400 mil). Nem Muricy Ramalho recebia uma remuneração deste porte após ser tricampeão brasileiro. Ele ganhava cerca de R$ 300 mil. Cotado como plano B, Antônio Lopes pode ser chamado caso Autuori não venha. "Aqui nenhum técnico vai ganhar uma fortuna", engrossa o coro o superintendente Marco Aurélio Cunha.
Outro motivo para Juvenal ter brecado a contratação imediata de um novo técnico é o fato de o profissional ter a ingrata missão de enfrentar o embalado líder do Brasileirão, Fluminense, logo em sua estreia. "E um eventual novo treinador também precisa querer treinar o time domingo", despista Leco, ciente de que a missão é inglória.
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