Muito provavelmente o São Paulo não teria seu jogo contra o Furacão adiado no domingo se tivesse chegado à final da Libertadores.
O pedido conjunto do tricolor e do Inter, feito logo após a classificação do Chivas, ficou sem decisão do presidente da CBF até depois do jogo do Morumbi quando, enfim, foi dado o OK para adiar Santos e Inter.
Ricardo Teixeira, a princípio, não viu sentido na solicitação e disse isso a um de seus interlocutores.
O Inter, que também votou em Fábio Koff, se aproxima da CBF, de quem depende para a aprovação final do Beira-Rio como palco da Copa-2014.
A condição de jogo a seus jogadores contratados no exterior, com a antecipação da janela, por exemplo, já foi um passo dado em direção a esta aproximação por parte da CBF.
O adiamento foi o novo passo.
O Santos, que votou em Kléber Leite, e cujo presidente chefiará a delegação da Seleção Brasileira no amistoso nos Estados Unidos, não gostou do adiamento, não só porque já tinha vendido ingressos como também porque viu na medida uma óbvia desobediência ao Estatuto do Torcedor.
Embora comprenda a situação do Inter, o Santos acha que o Colorado poderia escalar seus reservas, como o próprio Peixe fez no jogo de Presidente Prudente antes de ir para Salvador enfrentar o Vitória.
E, de fato, se algum torcedor que comprou ingresso para o jogo, que estava marcado para este domingo na Vila Belmiro quiser acionar a CBF, ou o Santos, fatalmente ganhará na Justiça.
Além do mais, o Santos não vê datas para cumprir o compromisso caso chegue às finais da Copa Sul-Americana.
Bastidores de um adiamento
Fonte spfc.net/renan
7 de Agosto de 2010
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