São-paulino critica antecipação da janela e diz que Inter é favorecido
Vice de futebol do Tricolor, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, vê retaliação ao clube na decisão da CBF
Fonte Globo Esporte
Por Getúlio
O São Paulo se sentiu prejudicado pela antecipação da janela de transferências para jogadores vindos do exterior, que permitirá que o Inter escale três reforços de peso no duelo do próximo dia 28, pelas semifinais da Taça Libertadores da América – o atacante Rafael Sóbis, o volante Tinga e o goleiro Renan. O vice-presidente de futebol são-paulino, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, não escondeu a irritação com a decisão da CBF e criticou a mudança de última hora, explicando que o Tricolor se planejou com base na palavra da entidade.
- Quando o São Paulo tinha segurança de que a janela não seria antecipada, se baseou em um documento da CBF, que dizia que isso não aconteceria. Isso foi na semana passada. Mas ontem (segunda-feira) veio a surpresa. (...) Não existe seriedade. Não existe segurança nas relações, em geral, neste país. Nos últimos tempos, você começa um torneio com um regulamento e se orienta pelo que está escrito, tal data para inscrever jogadores, de repente mudam o rumo dos acontecimentos, mudam ao sabor dos interesses – declarou o dirigente, em entrevista à rádio “Jovem Pan†.
Para Leco, há razões políticas por trás da decisão, mas cabe ao São Paulo entrar em campo e superar o Colorado, seja qual for a escalação.
- Estamos sofrendo uma retaliação. O que devemos fazer é engolir o sapo e tratar de nos fortalecer para enfrentá-los com Sóbis, Tinga, Renan e quem mais for. Da forma como o Inter exaltou a antecipação acabou desprezando os jogadores que estão lá no momento - afirmou.
Diante do mau retorno do time ao Campeonato Brasileiro após a Copa do Mundo – duas derrotas, para Avaí e Vitória – Leco preferiu apostar na recuperação da equipe.
- As últimas duas partidas não indicaram um bom momento, mas espero que consigamos superar isso, pois é essa nossa característica.
O São Paulo volta a campo nesta quarta-feira, quando enfrenta o Grêmio Prudente, pela décima rodada do Brasileiro, no Morumbi, às 19h30m (de Brasília).
- Quando o São Paulo tinha segurança de que a janela não seria antecipada, se baseou em um documento da CBF, que dizia que isso não aconteceria. Isso foi na semana passada. Mas ontem (segunda-feira) veio a surpresa. (...) Não existe seriedade. Não existe segurança nas relações, em geral, neste país. Nos últimos tempos, você começa um torneio com um regulamento e se orienta pelo que está escrito, tal data para inscrever jogadores, de repente mudam o rumo dos acontecimentos, mudam ao sabor dos interesses – declarou o dirigente, em entrevista à rádio “Jovem Pan†.
Para Leco, há razões políticas por trás da decisão, mas cabe ao São Paulo entrar em campo e superar o Colorado, seja qual for a escalação.
- Estamos sofrendo uma retaliação. O que devemos fazer é engolir o sapo e tratar de nos fortalecer para enfrentá-los com Sóbis, Tinga, Renan e quem mais for. Da forma como o Inter exaltou a antecipação acabou desprezando os jogadores que estão lá no momento - afirmou.
Diante do mau retorno do time ao Campeonato Brasileiro após a Copa do Mundo – duas derrotas, para Avaí e Vitória – Leco preferiu apostar na recuperação da equipe.
- As últimas duas partidas não indicaram um bom momento, mas espero que consigamos superar isso, pois é essa nossa característica.
O São Paulo volta a campo nesta quarta-feira, quando enfrenta o Grêmio Prudente, pela décima rodada do Brasileiro, no Morumbi, às 19h30m (de Brasília).
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