Sem aceitar comparações com Santos, Ceni cita política 'pés no chão' do Tricolor
Goleiro elogia futebol leve dos meninos e cutuca FPF por juiz da semifinal
Fonte Globo Esporte
24 de Abril de 2010
O São Paulo terminou a primeira fase da Libertadores com a segunda melhor campanha no geral, atrás apenas do Corinthians. Teve somente uma derrota no Grupo 2, contra o Once Caldas fora de casa. Mas, mesmo assim, viu Ricardo Gomes ser vaiado no Morumbi na última quarta-feira, na vitória sobre o time colombiano por 1 a 0. No fim de semana anterior, a equipe foi eliminada do Paulistão pelo Santos que vem se destacando pelo futebol descontraído dos jovens. Rogério Ceni admite que o Tricolor precisa melhorar para ser campeão continental, mas acha que nenhum time deve ser comparado ao dos meninos da Vila.
- É outro estilo de jogo, com atletas rápidos. Não sei se o São Paulo teria condições de ter uma folha de pagamento como aquela, bancar o Robinho no Brasil. O São Paulo é um clube pé no chão, não faz loucuras. O Santos fez uma aposta e está tendo retorno no campo. Surgiu um grande jogador, que é o Neymar, chegou o Robinho, o Ganso se destacou, o Arouca encaixou. É um time jovem e empolgado. Nós não vamos ser Santos, o que temos é que vencer a Libertadores dentro do nosso estilo e evoluir para isso - ressaltou Ceni.
O Peixe começa a decidir a final do Paulistão neste domingo, contra o Santo André, às 16h, no Pacaembu. A partida de volta está marcada para o dia 2 no mesmo local. Na Copa do Brasil, a equipe encara o Atlético-MG na próxima quarta, no Mineirão. Para Ceni, agora é a hora de o adversário mostrar que realmente é forte. O goleiro aproveitou para dar uma cutucada na Federação Paulista de Futebol pela escolha do árbitro José Henrique de Carvalho, que estava suspenso, para o jogo vencido pelo Santos por 3 a 0, no último domingo.
- Se o Santos poderia ganhar a Libertadores? Poderia sim, mas a pergunta não pode ser respondida esse ano. O time será menos protegido em um Brasileiro e em uma Libertadores como no Paulista. Em competições assim não há o monte de faltas a favor como foi na Vila, com um árbitro que foi tirado da geladeira. Agora apita o Paulo César na final. O São Paulo tem que evoluir também no relacionamento para ganhar algo nesse país.
- É outro estilo de jogo, com atletas rápidos. Não sei se o São Paulo teria condições de ter uma folha de pagamento como aquela, bancar o Robinho no Brasil. O São Paulo é um clube pé no chão, não faz loucuras. O Santos fez uma aposta e está tendo retorno no campo. Surgiu um grande jogador, que é o Neymar, chegou o Robinho, o Ganso se destacou, o Arouca encaixou. É um time jovem e empolgado. Nós não vamos ser Santos, o que temos é que vencer a Libertadores dentro do nosso estilo e evoluir para isso - ressaltou Ceni.
O Peixe começa a decidir a final do Paulistão neste domingo, contra o Santo André, às 16h, no Pacaembu. A partida de volta está marcada para o dia 2 no mesmo local. Na Copa do Brasil, a equipe encara o Atlético-MG na próxima quarta, no Mineirão. Para Ceni, agora é a hora de o adversário mostrar que realmente é forte. O goleiro aproveitou para dar uma cutucada na Federação Paulista de Futebol pela escolha do árbitro José Henrique de Carvalho, que estava suspenso, para o jogo vencido pelo Santos por 3 a 0, no último domingo.
- Se o Santos poderia ganhar a Libertadores? Poderia sim, mas a pergunta não pode ser respondida esse ano. O time será menos protegido em um Brasileiro e em uma Libertadores como no Paulista. Em competições assim não há o monte de faltas a favor como foi na Vila, com um árbitro que foi tirado da geladeira. Agora apita o Paulo César na final. O São Paulo tem que evoluir também no relacionamento para ganhar algo nesse país.
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