São Paulo, SP, 19 (AFI) - A informação de que o São Paulo teria atrasado o pagamento do "bicho" dos jogadores referente à vitória sobre o Nacional-PAR, por 2 a 0, na última semana, causou mal-estar pelos lados do Morumbi. O fato pegou mal para a diretoria, que tratou de negar o atraso e lamentou o arranhão na imagem de "exemplo de organização".
"Não sei por que veio à tona. Isso só vem para perturbar. Acaba criando um mal-estar. O São Paulo cumpre rigorosamente suas obrigações. Não significa que em alguma ocasião possa a vir a ter de adiar o pagamento, sem que isso represente descumprimento", afirmou o vice-presidente de futebol, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, em entrevista à Rádio Globo.
Já os atletas são-paulinos prefeririam silenciar sobre o assunto. O goleiro Rogério Ceni disse que não conferiu o extrato bancário, enquanto Jean afirmou que esse tipo de assunto é para ser resolvido internamente.
Para encerrar o assunto, Leco negou que o presidente Juvenal Juvêncio teria cortado o "bicho" como forma de punição pelo mau desempenho em Assunção, apesar da vitória. "O presidente falou que o time não foi tão bem no Paraguai. Só não reconhece quem é cego. O que ele falou é absolutamente certo. E não ter nada a ver", afirmou o dirigente.
Dirigente do São Paulo nega atraso no "bicho" dos jogadores
Fonte Futebol Interior
19 de Março de 2010
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