Calleri leva terceiro amarelo e está fora de clássico decisivo
Suspenso pelo 3º cartão amarelo contra o Inter, Calleri desfalca o São Paulo no clássico contra o Santos; Dorival Júnior cobra o atacante e avalia opções.
Fonte SPFC.net
20 de Setembro de 2026
A vitória por 1 a 0 sobre o Internacional deu fôlego providencial na tabela do Campeonato Brasileiro, mas a fatura disciplinar cobrada no Morumbi caiu como uma ducha de água fria nos bastidores e coloca a estratégia para o clássico totalmente em jogo. O São Paulo confirma que o capitão Jonathan Calleri cumprirá suspensão automática na partida atrasada da 21ª rodada contra o Santos, marcada para o dia 2 de outubro, após receber uma advertência considerada infantil pela comissão técnica ainda na etapa inicial.
O incômodo evidente do treinador tricolor reage a um padrão que vem minando a sequência do camisa 9 no gramado. Dorival Júnior contesta o rigor da arbitragem no lance, mas admite a irritação com o descontrole do atleta nos bastidores: aos 18 minutos de bola rolando, ao tentar escapar de marcação na intermediária, o argentino acertou o braço no rosto de Vitinho e foi advertido. Foi o terceiro cartão amarelo do centroavante na Série A — somando-se a uma suspensão idêntica cumprida na Copa Sul-Americana, logo após a eliminação por 1 a 1 contra o Boca Juniors.
— A busca por estabilidade no campeonato nos desafia a ter cabeça fria o tempo todo, e um líder não pode se dar ao luxo de ficar fora de uma decisão por falta evitável. O grupo admite a entrega dele e a importância que tem como nosso artilheiro, mas a sequência de jogos nos cobra responsabilidade máxima com advertências. Não há nenhum acordo travado para passar a mão na cabeça de quem toma 11 cartões na temporada; o Calleri precisa ter consciência do tamanho dele para este elenco e do prejuízo que sua ausência traz para o clássico — dispara o técnico Dorival Júnior nos bastidores do Morumbi.
Com 14 gols anotados em 2026 — dividindo a artilharia tricolor com Luciano —, Calleri abre um severo impasse na linha de frente para o choque estadual.
Para suprir o desfalque na referência ofensiva, a comissão técnica começa a desenhar alternativas caseiras: o jovem Gustavo Santana, que recentemente estreou com gol no time principal, desponta com moral, enquanto André Silva e a revelação Ryan Francisco correm por fora na briga pela titularidade.
O triunfo caseiro empurrou o São Paulo para a 11ª posição, com 36 pontos, abrindo oito pontos de gordura em relação ao Grêmio, primeiro integrante da zona da degola.
A tranquilidade momentânea, contudo, é tratada com extrema cautela pelo clube, que emenda o embate diante do Peixe com uma pedreira fora de casa frente ao Cruzeiro, no dia 7 de outubro, em Belo Horizonte.
Cientes de que tropeços na reta final podem recolocar o clube sob fogo cruzado, diretoria e comissão técnica cobram poder de decisão dos substitutos na Barra Funda. O São Paulo confirma testes táticos intensivos a partir desta semana, buscando encaixar uma nova formação no ataque para neutralizar o Santos e manter a arrancada no Brasileirão.
O incômodo evidente do treinador tricolor reage a um padrão que vem minando a sequência do camisa 9 no gramado. Dorival Júnior contesta o rigor da arbitragem no lance, mas admite a irritação com o descontrole do atleta nos bastidores: aos 18 minutos de bola rolando, ao tentar escapar de marcação na intermediária, o argentino acertou o braço no rosto de Vitinho e foi advertido. Foi o terceiro cartão amarelo do centroavante na Série A — somando-se a uma suspensão idêntica cumprida na Copa Sul-Americana, logo após a eliminação por 1 a 1 contra o Boca Juniors.
— A busca por estabilidade no campeonato nos desafia a ter cabeça fria o tempo todo, e um líder não pode se dar ao luxo de ficar fora de uma decisão por falta evitável. O grupo admite a entrega dele e a importância que tem como nosso artilheiro, mas a sequência de jogos nos cobra responsabilidade máxima com advertências. Não há nenhum acordo travado para passar a mão na cabeça de quem toma 11 cartões na temporada; o Calleri precisa ter consciência do tamanho dele para este elenco e do prejuízo que sua ausência traz para o clássico — dispara o técnico Dorival Júnior nos bastidores do Morumbi.
Com 14 gols anotados em 2026 — dividindo a artilharia tricolor com Luciano —, Calleri abre um severo impasse na linha de frente para o choque estadual.
Para suprir o desfalque na referência ofensiva, a comissão técnica começa a desenhar alternativas caseiras: o jovem Gustavo Santana, que recentemente estreou com gol no time principal, desponta com moral, enquanto André Silva e a revelação Ryan Francisco correm por fora na briga pela titularidade.
O triunfo caseiro empurrou o São Paulo para a 11ª posição, com 36 pontos, abrindo oito pontos de gordura em relação ao Grêmio, primeiro integrante da zona da degola.
A tranquilidade momentânea, contudo, é tratada com extrema cautela pelo clube, que emenda o embate diante do Peixe com uma pedreira fora de casa frente ao Cruzeiro, no dia 7 de outubro, em Belo Horizonte.
Cientes de que tropeços na reta final podem recolocar o clube sob fogo cruzado, diretoria e comissão técnica cobram poder de decisão dos substitutos na Barra Funda. O São Paulo confirma testes táticos intensivos a partir desta semana, buscando encaixar uma nova formação no ataque para neutralizar o Santos e manter a arrancada no Brasileirão.
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