Torcida do São Paulo fica em silêncio por minutos durante jogo em forma de protesto a declarações polêmicas
Com gol de Calleri e protesto de silêncio da torcida contra Dorival Jr, o São Paulo vence o Internacional por 1 a 0 no Morumbi pelo Brasileirão.
Fonte SPFC.net
20 de Setembro de 2026
O reencontro do torcedor são-paulino com o Morumbi na noite de sábado guardou um enredo de pura tensão psicológica e coloca o ambiente do CT da Barra Funda totalmente em jogo. O São Paulo confirma um triunfo essencial de 1 a 0 sobre o Internacional pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, sacramentado com gol de Jonathan Calleri em cobrança de pênalti logo aos 15 minutos da etapa inicial; o placar magro, contudo, não escondeu a fratura exposta entre as arquibancadas e a comissão técnica tricolor.
A postura gélida dos torcedores reage às declarações recentes do técnico Dorival Júnior após o baque da eliminação precoce na Copa Sul-Americana. A principal torcida organizada do clube contesta a falta de autocrítica do comandante e admite a revolta nos bastidores: os primeiros 15 minutos de bola rolando foram disputados em silêncio sepulcral, acompanhado de uma faixa com os dizeres "silêncio, estamos jogando" — uma ironia direta às falas do treinador que viralizaram negativamente ao longo da semana.
— A necessidade de blindar o grupo em campo nos desafia a engolir a insatisfação e jogar bola, mas o torcedor tem direito de expressar o que sente. O vestiário admite que a eliminação continental doeu demais em todo mundo e a arquibancada nos cobra uma resposta imediata de atitude. Não há nenhum acordo travado para fingir que nada aconteceu; a gente entende o protesto, achamos legítimo e agora precisamos transformar essa cobrança em combustível para subir na tabela — dispara o goleiro Rafael nos bastidores da zona mista.
A manifestação orquestrada pela Torcida Independente buscou enviar um recado institucional sem prejudicar o andamento técnico da equipe durante os noventa minutos.
Nas redes sociais, a cúpula da organizada já havia sinalizado que a ausência de cantos no início da partida funcionaria como um aviso à cartolagem e ao corpo técnico sobre o descontentamento generalizado com os rumos da temporada.
Embora o resultado positivo empurre o Tricolor paulista para uma zona mais confortável e estável na classificação da Série A, o impasse nos corredores do clube segue latente. A distância aberta em relação ao bloco da degola alivia a asfixia da tabela, mas a diretoria monitora de perto o desgaste de Dorival com a massa são-paulina.
Cientes de que qualquer oscilação futura reacenderá as vaias de forma estrondosa, comissão técnica e líderes do grupo cobram intensidade nos treinamentos e correção tática imediata. O São Paulo confirma folga regenerativa antes de voltar a campo para afinar a leitura de jogo, ciente de que somente uma sequência sólida de vitórias será capaz de reconstruir a sintonia perdida com o torcedor no Morumbi.
A postura gélida dos torcedores reage às declarações recentes do técnico Dorival Júnior após o baque da eliminação precoce na Copa Sul-Americana. A principal torcida organizada do clube contesta a falta de autocrítica do comandante e admite a revolta nos bastidores: os primeiros 15 minutos de bola rolando foram disputados em silêncio sepulcral, acompanhado de uma faixa com os dizeres "silêncio, estamos jogando" — uma ironia direta às falas do treinador que viralizaram negativamente ao longo da semana.
— A necessidade de blindar o grupo em campo nos desafia a engolir a insatisfação e jogar bola, mas o torcedor tem direito de expressar o que sente. O vestiário admite que a eliminação continental doeu demais em todo mundo e a arquibancada nos cobra uma resposta imediata de atitude. Não há nenhum acordo travado para fingir que nada aconteceu; a gente entende o protesto, achamos legítimo e agora precisamos transformar essa cobrança em combustível para subir na tabela — dispara o goleiro Rafael nos bastidores da zona mista.
A manifestação orquestrada pela Torcida Independente buscou enviar um recado institucional sem prejudicar o andamento técnico da equipe durante os noventa minutos.
Nas redes sociais, a cúpula da organizada já havia sinalizado que a ausência de cantos no início da partida funcionaria como um aviso à cartolagem e ao corpo técnico sobre o descontentamento generalizado com os rumos da temporada.
Embora o resultado positivo empurre o Tricolor paulista para uma zona mais confortável e estável na classificação da Série A, o impasse nos corredores do clube segue latente. A distância aberta em relação ao bloco da degola alivia a asfixia da tabela, mas a diretoria monitora de perto o desgaste de Dorival com a massa são-paulina.
Cientes de que qualquer oscilação futura reacenderá as vaias de forma estrondosa, comissão técnica e líderes do grupo cobram intensidade nos treinamentos e correção tática imediata. O São Paulo confirma folga regenerativa antes de voltar a campo para afinar a leitura de jogo, ciente de que somente uma sequência sólida de vitórias será capaz de reconstruir a sintonia perdida com o torcedor no Morumbi.
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