O São Paulo vive um momento crítico no Campeonato Brasileiro, acumulando apenas uma vitória em suas últimas dez partidas. Com seis derrotas e três empates, o clube apresenta um aproveitamento alarmante de 20%, posicionando-se como um dos piores do torneio nesse recorte de desempenho.
A equipe, liderada por Dorival Júnior, enfrenta problemas significativos tanto no ataque quanto na defesa. O setor ofensivo tem mostrado dificuldades na conversão de oportunidades, com apenas sete gols marcados a partir de 21 grandes chances criadas nas últimas rodadas.
Na defesa, a situação é ainda mais preocupante. O São Paulo sofreu 16 gols nos últimos dez jogos e apenas conseguiu manter a própria meta invicta em um único confronto. Este desempenho sugere uma falta de organização tática e intensidade na proteção da defesa, resultando em uma média de quase nove finalizações sofridas para cada gol que levou.
Apesar de controlar 52,1% de posse de bola durante os jogos, esse domínio não se traduz em resultados positivos. A ineficiência na finalização e as fragilidades defensivas aumentam a pressão sobre o elenco e a comissão técnica na sequência do campeonato.
No horizonte, o São Paulo se prepara para um duelo crucial contra o Santos nesta quinta-feira, às 19h30, no Morumbi. Este confronto pode representar uma oportunidade para a equipe reverter a atual situação, exigindo uma leitura de jogo apurada e uma gestão eficaz dos recursos disponíveis.
Clássico foi adiado
Dorival precisa dar oportunidades ao goleiro Coronel, hoje não tem mais o Allan Franco, Luciano não pode mais jogar no meio de campo. Existem falhas na escalação que depende do técnico. A tempo que o time não tem entrosamento, não tem esquema tático conforme o adversário, vai acabando o campeonato e o time não evolui, contrata jogadores fracos sempre atrás de fim de contrato com custo zero, aumenta a folha salarial e não somam em campo. O maior erro foi demitir Crespo.
Clássico contra o Santos será um jogo de ex times grandes