O inquérito foi aberto ainda em janeiro e apura crimes como gestão fraudulenta, falsidade ideológica e até lavagem de dinheiro. A investigação surgiu após o Ministério Público de São Paulo identificar uma evolução patrimonial considerada incompatível com os rendimentos declarados pelo dirigente.
Entre os pontos analisados, estão movimentações financeiras e operações consideradas atípicas, incluindo negociações empresariais com valores elevados pagos em dinheiro vivo — algo visto como fora do padrão comum.
Apesar da gravidade das suspeitas, Bastos nega qualquer irregularidade e afirma não ter sido oficialmente notificado sobre o inquérito. A defesa sustenta que todas as operações foram legais e devidamente declaradas às autoridades.
O caso ganha ainda mais repercussão pelo contexto recente envolvendo o São Paulo. A postura do dirigente ao comentar um lance polêmico — um possível pênalti não marcado — gerou forte reação de torcedores e aumentou a pressão sobre sua atuação à frente da entidade.
Nos bastidores, o momento é delicado. A investigação acontece justamente em período de disputa política dentro da federação, com eleição prevista e o dirigente buscando continuidade no cargo. O desfecho do caso pode impactar diretamente o comando do futebol paulista nos próximos anos.
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Normal no Brasil ser roubado fio você e roubado até no serviço sendo honesto imagina esse bando que nao faz nada e quer ganha mais que todo mundo esse e o nosso Brasil quem rouba pouco vai preso quem rouba muito não
outro ladrão sem vergonha.
investigar Leila pereira também quem sabe ela não Pix pra esse vagabundo
Mais mesmo sendo roubado todo ano no paulistinha, os presidentes corruptos do São Paulo vão lá e beijam a mão dele o reelegeram pela quarta vez. Essa federação Paulista é uma verdadeira máfia, farah, José Maria marin, del Nero, e agora esse Bastos.