O Acordo com o Bugre e o Paulistão
A leitura de jogo da diretoria são-paulina foi além de uma partida isolada:
Parceria Estendida: O acordo com o Guarani prevê não apenas o duelo contra a Chapecoense, mas também a utilização do Brinco de Ouro para uma das pernas da final do Campeonato Paulista, caso o São Paulo avance e não possa utilizar o MorumBis.
Logística de Campinas: A escolha por Campinas visa manter o time em um gramado de boas condições e com uma logística de deslocamento curta para os atletas, minimizando o impacto na intensidade física do elenco.
Fator Torcida: A expectativa é de que a grande comunidade são-paulina no interior paulista lote o estádio, transformando o Brinco de Ouro em uma extensão do MorumBis.
Cronograma do MorumBis
A organização tática extra-campo para a reforma do estádio segue um cronograma rígido:
Montagem e Shows: O AC/DC desembarca em São Paulo nos próximos dias para três apresentações que prometem recorde de público.
Reforma Total: Imediatamente após a desmontagem da estrutura, o clube iniciará a troca do gramado por uma tecnologia mais resistente, visando o restante da temporada de 2026.
Retorno Previsto: A ideia é que o MorumBis esteja impecável para o início da fase de grupos da Libertadores e as rodadas decisivas do primeiro semestre.
Desafio para Hernán Crespo
Para a comissão técnica, atuar fora de casa exige um ajuste na leitura de jogo habitual. O São Paulo vem em alta no Brasileirão e não quer perder pontos para a Chapecoense por falta de ambientação. Crespo deve aproveitar a semana de treinos para adaptar os jogadores às dimensões do campo em Campinas, garantindo que o "estádio neutro" seja um aliado na manutenção da equipe entre os líderes da competição.
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