Os Números da Rescisão: O Que o Atleta Reivindica?
Apesar da renúncia aos salários futuros, há pendências que a diretoria tricolor precisa sanar. Oscar cobra pouco mais de R$ 7 milhões, referentes a:
Direitos de Imagem: Valores que estavam em atraso desde a última temporada.
Luvas e Bônus: Prêmios de assinatura de contrato que ainda não haviam sido quitados integralmente.
Flexibilidade: O jogador aceitou que esse montante seja parcelado até 2027, evitando um impacto imediato no fluxo de caixa do São Paulo, que vive uma política de austeridade sob a gestão interina.
O Quadro Clínico e a Decisão de Parar
A interrupção precoce da carreira de Oscar foi motivada por um episódio de síncope vasovagal (mal súbito) que o levou à UTI. Embora o diagnóstico não apresente risco iminente de morte, a recomendação médica para evitar a alta intensidade do futebol profissional foi determinante.
Recuperação: O atleta seguiu protocolos rigorosos no CT da Barra Funda antes de entender que o corpo pedia uma pausa definitiva.
Reclusão: Oscar tem mantido uma rotina discreta, focada na família e no monitoramento contínuo de sua saúde cardíaca.
Complexidade Jurídica e Administrativa
O processo de rescisão possui nuances delicadas. O São Paulo reconhece que, tecnicamente, não houve atividade do contrato desde o final de 2025, o que ajuda na leitura de jogo jurídica para ambas as partes chegarem a um consenso rápido. A intenção da diretoria é realizar uma despedida simbólica assim que o distrato for assinado, honrando o período em que o meia defendeu as cores do Tricolor.
A saída de Oscar, embora triste sob o ponto de vista técnico para o elenco de Hernán Crespo, permite que o São Paulo redirecione recursos para a manutenção da saúde financeira e para a busca de novos talentos que possam manter o time competitivo no Brasileirão 2026.
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