A Negociação Frustrada com o Corinthians
O destino de Alisson parecia selado no Parque Jorge Jorge. O jogador chegou a visitar o CT Joaquim Grava e demonstrou desejo de reencontrar Dorival Júnior. No entanto, o negócio de empréstimo colapsou por uma divergência de R$ 1 milhão:
• A Exigência: O São Paulo exigiu o pagamento imediato de R$ 1 milhão à vista para liberar o atleta.
• O Recuo: O Corinthians, sob gestão de Osmar Stabile, alegou dificuldades de fluxo de caixa e desistiu da operação, temendo o impacto total de R$ 19,5 milhões que o negócio poderia custar a longo prazo (incluindo metas e opção de compra).
A Hierarquia de Crespo e o "Fim da Fila"
Embora reintegrado aos treinos, Alisson perdeu o protagonismo. Na estreia do Paulistão 2026, atuou apenas 45 minutos na derrota para o Mirassol e, desde então, foi "neglenciado" nas convocações de Hernán Crespo.
A leitura de jogo do treinador argentino aponta para uma renovação no setor. Crespo tem priorizado:
1. Luan: O "Cão de Guarda" está sendo recuperado fisicamente para atingir a intensidade de 2021.
2. Matheus Ferreira: Joia da base que retorna de férias e deve ganhar minutos na organização tática.
3. Marcos Antônio: Atleta que conta com a confiança total da comissão técnica para as transições rápidas.
O Próximo Passo: Reestruturação do Elenco
A permanência de Alisson é vista internamente como inviável para o planejamento de 2026. O clube já iniciou uma barca de saídas, incluindo Rigoni e Dinenno, buscando reduzir a folha. O contrato do volante vai até dezembro de 2027, o que dá ao Tricolor o poder de barganha, mas também a pressão de encontrar um interessado que assuma seus vencimentos.
Crespo foi diplomático ao dizer que "vai abraçar o jogador", mas a realidade dos treinos mostra que Alisson precisará de um esforço hercúleo para reconquistar a confiança e a minutagem que o tornaram ídolo em anos anteriores.
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