O Rigor do Artigo 157
As normas para a camisa número 1 são pétreas:
As Faixas: Devem ser três, nas cores vermelha, branca e preta, com larguras rigorosamente iguais.
O Escudo: Deve estar centralizado exatamente sobre as faixas, sem distorções de posicionamento.
O Predomínio: O branco deve ser a cor soberana, sem grafismos que poluam a identidade visual clássica.
A mobilização de um grupo de conselheiros visa protocolar uma representação formal para impedir que o modelo entre em campo. Para muitos, a camisa é um símbolo sagrado, comparável à própria bandeira do clube, e qualquer "inovação" que fira essas proporções é vista como um ataque à história são-paulina.
Dilema no Marketing e Foco no Gramado
Embora a aprovação técnica dos uniformes 1 e 2 não passe obrigatoriamente pelo crivo do Conselho Deliberativo, a pressão política pode forçar a gestão de Harry Massis Júnior a solicitar alterações imediatas no design. O dilema ocorre no pior momento possível, com o lançamento agendado para o início desta semana e o estoque de pré-venda já em fase de distribuição.
Enquanto a crise do uniforme estampa as manchetes, a comissão técnica de Hernán Crespo tenta blindar o elenco. O foco precisa ser total no confronto desta quarta-feira (11), contra o Grêmio, no MorumBIS.
Impacto no Elenco: A diretoria trabalha para que a polêmica extracampo não afete a intensidade dos jogadores e a unidade do grupo em um momento crucial da temporada.
Leitura de Jogo: O São Paulo busca usar o fator casa para somar pontos vitais no Brasileirão, independentemente de qual versão do manto estará vestindo.
A solução do impasse exigirá diplomacia entre o clube e a New Balance, buscando um equilíbrio que satisfaça as metas comerciais sem desrespeitar as tradições que fazem do São Paulo o "Clube da Fé".
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