A conselheira do São Paulo, Mara Casares, solicitou à Justiça a abertura de uma investigação para apurar supostos vazamentos no inquérito que investiga um possível esquema de venda clandestina de camarotes no estádio MorumBIS. A defesa da dirigente alegou que informações sigilosas foram divulgadas indevidamente e criticou a repercussão da operação de busca e apreensão realizada no dia 21 de janeiro, tanto no estádio quanto em sua residência.
Apesar do pedido, o Judiciário decidiu não acatar a solicitação. A Justiça entendeu que não havia elementos suficientes para instaurar uma investigação paralela sobre os vazamentos apontados pela defesa. Com isso, o processo segue em andamento sem alterações, mantendo o foco nas apurações sobre a suposta comercialização irregular de camarotes.
A operação de janeiro, que ganhou grande repercussão, foi conduzida para reunir provas relacionadas ao caso. A defesa de Mara Casares argumenta que a exposição pública do episódio prejudicou a imagem da conselheira e que os vazamentos comprometeram a lisura da investigação. Ainda assim, a decisão judicial reforça que o inquérito deve prosseguir dentro dos trâmites já estabelecidos.
O episódio adiciona mais tensão ao ambiente político do São Paulo, que já enfrenta questionamentos internos e externos sobre a gestão e a transparência em suas atividades. A negativa da Justiça ao pedido da conselheira indica que, por ora, o foco permanece nas investigações sobre o suposto esquema de venda clandestina de camarotes, sem abertura de nova frente para apurar os vazamentos.
Presidente. Precisa urgente implementar um sistema de contas abertas, para todos saberem para onde a grana tá indo . Caso contrário daqui a pouco vem outra bost@ desta