O São Paulo Futebol Clube instaurou um procedimento formal de rescisão contratual com a FGoal, empresa responsável pelos serviços de alimentação e bebidas durante os jogos. A decisão surge após uma investigação interna, que apontou irregularidades relacionadas a saques não autorizados realizados pela FGoal nas plataformas de pagamento do clube. A entidade notificou a empresa e concedeu um prazo de 15 dias para que a FGoal se manifeste formalmente.
Os indícios de malversação foram detectados a partir de uma análise cuidadosa dos dados financeiros, onde foram identificadas movimentações consideradas indevidas. O vínculo entre as partes previa estritamente a prestação de serviços em eventos específicos, com transações realizadas de acordo com os termos contratuais estabelecidos. As comprovações revelaram uma discrepância entre as operações financeiras e os serviços contratados, levantando preocupações sobre a legalidade das retiradas.
A apuração dos fatos leva à adoção de medidas rigorosas, sob a direção do presidente Harry Massis, que determinou a rescisão por justa causa da FGoal. O montante total das retiradas ainda está sendo avaliado pelo clube, que, em resposta à situação, acionou a FTI Consulting para uma auditoria completa das maquininhas utilizadas para pagamentos no clube social.
Enquanto isso, a FGoal argumenta que os saques se refeririam a um pagamento por suporte técnico oferecido na utilização das maquininhas, apesar de tal serviço não estar previsto no contrato. A empresa alegou que mudanças contratuais ocorreram de maneira verbal com a gestão anterior, o que contrasta com os processos documentais do clube.
Adicionalmente, o departamento social, onde as maquininhas operavam, é gerido por um dirigente que atualmente enfrenta investigações por corrupção. A situação leva a implicações mais amplas, exigindo que o São Paulo reavalie não apenas sua relação com a FGoal, mas também suas práticas internas de gestão e compliance.
A discrepância nas operações financeiras acendeu um alerta no departamento jurídico do clube, levando a um ambiente de cautela e reavaliação de todos os contratos em vigor. O cenário exigirá do São Paulo uma reorganização tática em sua gestão de serviços e, possivelmente, uma nova abordagem nas parcerias comerciais que envolvem pagamentos e transações financeiras.
O desdobramento do caso terá que ser monitorado de perto, especialmente com as consequências da auditoria em andamento e as respostas formais da FGoal. O próximo passo será definir as ações a serem tomadas com relação a eventuais penalidades ou ajustes contratuais, além de reforçar a transparência nas operações do clube.
cadeia neles, malditos acabaram com o São Paulo.