O São Paulo se encontra em um momento crucial fora de campo, com a realização de uma reunião do Conselho Deliberativo que visa a votação do impeachment do presidente Julio Casares. Este acontecimento marca um dos períodos mais tensos na trajetória recente do clube, gerando grande expectativa entre torcedores e conselheiros.
A reunião, que ocorrerá no Morumbi, tem sua primeira chamada marcada para às 18h30 e a segunda para às 19h. Em virtude de decisões judiciais, o encontro adotará um formato híbrido, permitindo a participação presencial e online dos conselheiros. Dentre os 254 conselheiros habilitados, é necessário que pelo menos 75% estejam presentes, ou seja, 191 participantes, para que a votação seja oficialmente iniciada. Para que o impeachment seja aprovado, dois terços dos votos devem ser favoráveis, totalizando 171 votos.
A recente definição do quórum foi objeto de uma intensa disputa jurídica. O São Paulo buscou estabelecer regras mais rígidas, mas a Justiça decidiu manter a distinção entre o quórum de abertura e o quórum de deliberação, favorecendo a abordagem defendida pela oposição. A pressão nos bastidores se intensificou, com conselheiros analisando cuidadosamente os possíveis cenários e tentando prever a votação final.
Além disso, a torcida organizada Independente convocou manifestações, provocando um aumento da segurança no entorno do estádio para evitar possíveis conflitos. Caso o impeachment de Casares seja aprovado, ele será imediatamente afastado do cargo, e o vice-presidente Harry Massis Júnior assumirá interinamente até que a Assembleia Geral dos Sócios delibere sobre a questão.
Se a destituição for ratificada pelos associados em uma nova votação, o mandato de Casares será oficialmente encerrado. No entanto, se a decisão for contrária, ele retornará ao seu cargo sem interrupções.
se esses consselheiros votaren na permanence de Cassares , temos que prartir para ignorancia quebrar no pau consselheiros e presidente
sem clima para casares e toda diretoria corrupta