Não é mais questão de política interna, oposição ou disputa de poder. O que está vindo à tona é grave demais para ser tratado como “ruído” ou “perseguição”. O São Paulo Futebol Clube, uma das maiores instituições do futebol sul-americano, virou personagem de relatórios financeiros, investigações policiais e movimentações em dinheiro vivo que envergonham sua história. E no centro de tudo está o presidente Júlio Casares.
Segundo relatórios do Coaf, vieram à tona depósitos em dinheiro que somam R$ 1,5 milhão na conta pessoal do presidente, realizados de forma fracionada, em valores abaixo do limite automático de comunicação, prática classificada pelo próprio órgão como “smurfing”, uma tentativa clara de driblar mecanismos de controle. Não é opinião. É documento. É dado oficial. É investigação.
Paralelamente, a Polícia Civil apura 35 saques em dinheiro vivo das contas do São Paulo, totalizando R$ 11 milhões entre 2021 e 2025. Dinheiro em espécie. Sem trilha eletrônica clara. Saques considerados atípicos por bancos como Bradesco e Banco Rendimento. Em cinco operações, sequer foi possível identificar quem realizou as retiradas. Isso não é gestão moderna. Isso não é transparência. Isso é o oposto de tudo o que o São Paulo diz defender.
O clube tenta responder com notas frias, técnicas, jurídicas. Diz que “está tudo registrado”, que “há auditoria”, que “não existe irregularidade”. Mas o torcedor não é ingênuo. O torcedor cansou de escândalos, de explicações que não explicam, de promessas de profissionalização enquanto o clube afunda em dívidas, lesões, fracassos esportivos e agora, denúncias gravíssimas no campo financeiro.
Nenhum presidente pode continuar no cargo enquanto seu nome aparece ligado a investigações desse porte. Não se trata de condenação prévia. Trata-se de responsabilidade institucional. O São Paulo não pode ser administrado por alguém que virou um risco para o próprio clube.
Hoje, Júlio Casares não tem mais credibilidade para seguir no comando do São Paulo. Não tem condições morais, políticas ou institucionais de administrar o clube, assinar contratos, negociar compras e vendas de jogadores, conduzir reformulações no elenco ou representar o São Paulo diante do mercado e das entidades do futebol. A simples permanência no cargo já causa danos.
O São Paulo é maior que qualquer presidente. E neste momento, para preservar o mínimo de respeito à instituição, à torcida e à própria história do clube, a única saída aceitável é a renúncia imediata.
As maiores torcidas organizadas do SPFC são vendidas. Por isso estão tão caladinhas. E pra não dizer que nunca protestam, fazem máscaras e narizinhos de palhaço.
Já passou da hora de invadir o social do clube e fazer esses caras renúncia a força. E dar uma pressão daquelas nesses conselheiros safados que são tudo coniventes com a roubalheira.
A torcida exige mas isso não tem força alguma, a força vem da investigação policial, pra buscar acordos e se livrar das acusações é capaz do clube se ver livre dele.
Casares acabando com o clube e, vamos deixar bem claro: com a conivência das torcidas organizadas!
Aí fica claro pque eles. não querem SAF pois não vão ter como roubar. E tudo uma cambada de safado. o SAO PAULO era visto como modelo agora só está nas páginas POLICIAIS. Não dá mais para aguentar.
Ele vai sair, vai continuar no Conselho da mesma forma, vai entrar outro do grupo mafioso no lugar e segue o jogo.
O Aidar continua no Conselho, todos que tiveram envolvimento com algo ilícito apenas foi retirado e nada mudou.
Não vai devolver o dinheiro.
Simplesmente:
- Ele vai renunciar alegando que o clube é maior e bla bla bla, vão negar tudo e não devolver o dinheiro..
- Não vai ser denunciado
- Vai continuar no Conselho
- Vai entrar o vice
A pior diretoria de todos os tempos manchou a imagem do clube