Douglas Schwartzmann, diretor adjunto na base do São Paulo Futebol Clube, se pronunciou sobre acusações de sua suposta participação em um esquema de venda ilegal de camarotes para eventos no Estádio do Morumbi, negando qualquer envolvimento.
Em sua declaração, ele foi enfático: "Não tive, em nenhum momento, qualquer participação em venda, negociação ou comercialização de camarotes ou ingressos de eventos realizados no Estádio do Morumbi." Schwartzmann afirmou que nunca exerceu funções ligadas à gestão ou locação desses espaços e que nunca recebeu qualquer benefício ou vantagem associada ao clube.
Schwartzmann mencionou que sua intenção ao se envolver foi evitar que um desentendimento entre particulares gerasse um desgaste desnecessário ao São Paulo Futebol Clube. Destacou também que, em sua atuação, não houve qualquer caráter comercial, enfatizando a preservação da imagem da instituição como prioridade.
Ele ainda comentou sobre um desconforto gerado por suas colocações em uma conversa privada, onde utilizou um exemplo de sua experiência empresarial para ilustrar que certas atividades podem envolver riscos variados. As declarações, segundo ele, foram mal interpretadas e não refletem a realidade de seus atos no clube.
Schwartzmann afirmou que sua trajetória no São Paulo é marcada por trabalho e resultados concretos, destacando a promoção de oito atletas ao elenco profissional e conquistas expressivas em categorias de base, incluindo títulos em competições como a Copa do Brasil Sub-20 e a Copa São Paulo de Futebol Júnior.
Por responsabilidade e respeito pela instituição, ele decidiu se afastar temporariamente de suas funções, permitindo que uma investigação ocorra sem pressões. O diretor reiterou sua tranquilidade e sua disposição em prestar esclarecimentos necessários quando solicitado.
A situação chegou a um nível mais grave, com a revelação de um áudio entre Schwartzmann e Mara Casares, ex-esposa do presidente Julio Casares, onde discussões sobre a venda ilegal de ingressos para o show de Shakira foram mencionadas. Ambos, devido ao conteúdo do áudio, estão afastados de suas funções enquanto a situação é averiguada.
O camarote em questão, conhecido como 3A, foi associado à comercialização de ingressos, que resultou em um lucro expressivo por parte de quem cuidou das vendas. A sequência dos eventos culminou em um processo judicial, em que as partes começaram a se comunicar sobre possíveis danos e responsabilidades relacionadas às vendas feitas.
Cara de peroba. Na própria gravação diz que levou o dele e ainda quer negar! Quer fazer todo mundo de bobo.
fora cagare vagabundo
por isso que na hora de contratar jogador bom é essa humilhação o quando eles falam que os valores assustam, sempre preocupados em roubar
Agora todo mundo é inocente e tudo está fora do contexto!
No áudio, todo mundo sabia que era venda clandestina ou "não normal" como ele disse.
Agora mudou.
Tem que banir até pra ver o jogo no estádio.
Fora todos
essa gestão casares tem que ir todos pra cadeia pois chega de rouba o são Paulo
Pergunta ao safado porque estão renovando a torto e direita os contratos de qualquer jogador da base por valores altíssimos , será que a resposta está no fato do filho do Casares e do Milton Cruz serem empresários dos meninos e estão dividindo comissões na hora destas renovações a bolada . Estranho ninguém perguntar ao senhores Casares e este safado Schuwartsman onde arrumam tanto dinheiro , se mal conseguem pagar em dia os salários dos profissionais . O pior depois as poucas joias reveladas são vendidas a preço de banana .
Alma sebosa
Esse vagabundo é um dos que tava roubando o São Paulo
Esse é outro vagabundo que tá roubando o São Paulo