A situação é marcada por um cenário financeiro delicado, com o clube lutando contra dívidas bilionárias e recorrendo a novos empréstimos (R$ 25 mi do Daycoval). Simultaneamente, o Departamento Médico é o epicentro do problema, com um índice alarmante de 70 lesões em 64 jogos, o que força Hernán Crespo a lidar com cerca de 15 desfalques por rodada. Peças cruciais como Lucas Moura (cirurgia no joelho), Calleri (cirurgia ligamentar), Arboleda (lesão muscular) e Oscar (síncope vasovagal) estão fora da temporada, dificultando o planejamento tático.
O vexame histórico da goleada de 6 a 0 para o Fluminense acelerou o racha político. 41 conselheiros cobraram a renúncia de Julio Casares, que respondeu com a demissão de 3 diretores (Carlos Belmonte e adjuntos) e a reorganização da gestão, com Rui Costa e Muricy Ramalho no futebol, e Marcio Carlomagno como CEO. O veto ao Morumbi (jogo contra o Inter) por medo de protestos reforça a instabilidade.
São Paulo FC, Hernán Crespo, Julio Casares, Morumbi, crise.
esse cara de jumento vendeu os meninos da base a preço de banana e ficou com esses jogadores velhos todos podres igual madeira podre tou caiu
ano que vem tem +
Vai embora Casares