Os últimos dias do São Paulo FC foram tumultuados, abrangendo não apenas o desempenho em campo, mas também um cenário político conturbado dentro do clube. A eliminação na Copa Libertadores pela LDU, nas quartas de final, mergulhou a equipe em uma crise de expectativas, uma vez que essa competição era considerada o principal objetivo da temporada. A situação gerou pressão de grupos políticos sobre o presidente Julio Casares, que começou a enfrentar questionamentos sobre a gestão atual.
A divisão política entre Carlos Belmonte e Julio Casares está se intensificando. A rivalidade entre os grupos conhecidos como “Barra Funda” e “Morumbis” se tornou mais evidente, refletindo divergências que começaram a aparecer nos últimos meses. Embora ambos façam parte da mesma administração, cada um desempenha papéis distintos: Casares lidera a gestão do clube, enquanto Belmonte supervisiona o departamento de futebol. Esta dinâmica já começou a gerar um clima de desgaste dentro da diretoria, em função de desempenhos considerados insatisfatórios e das questões relacionadas à base, incluindo debates sobre o FIP de Cotia, um fundo de investimento para as categorias de base.
O FIP, que já foi aprovado pelo conselho administrativo, ainda precisa da aprovação do conselho deliberativo. A proposta discute a destinação de 30% dos investimentos por parte da gestora Galapagos, que tem sido parceira do São Paulo há tempo. A partir de 2026, Julio Casares concluirá seu segundo mandato como presidente, e a estrutura de poder começa a se delinear, à medida que as conversas sobre o sucessor se intensificam. Um compromisso foi firmado entre os líderes dos grupos da coalizão para iniciar estas discussões em março, com a definição dos candidatos prevista para junho. A intenção é manter o foco nas demandas esportivas e administrativas, evitando que as disputas políticas interfiram na estabilidade do clube.
Com a recente eliminação da Libertadores, Henrique Gomes, conhecido como Baby, uma das lideranças da Torcida Independente Tricolor, anunciou um protesto programado para o Morumbi, coincidente com a partida contra o Ceará. Apesar de já haver manifestações em jogos recentes, não houve uma participação direta dos setores organizados. As hostes se manifestaram com vaias e críticas diretas aos dirigentes do Tricolor, refletindo a insatisfação da torcida. O protesto está agendado para duas horas antes do jogo, que ocorrerá na próxima segunda-feira, às 20h, enquanto as atividades de agitação iniciam às 18h.
com esse timinho de ***** quer ganhar títulos jogadores estourado drt mercenária só dá golpe com essa mentalidade esquece títulos
Concordo com o José Feitosa.Tem que abrir a "caixa preta" através de uma auditoria contábil nas contas do clube.
tem que parar de vender nossas joias que tem muita de 50 milhões de euros por 5 milhões e uma caixa de banana e tambem limpar e mandar embora todos os jogadores podres e bichados que só recebem e nunca jogam como Oscar lucas Wendel, e outros recendir por deficiência técnica e incapacidade de desenpenhar a função como dinemo, ruimgoni, e mais um monte, do contrário só torcida zero no estádio pra mudar essa situação
Crise política se agrava em São Paulo? Não seria no São Paulo? Tem que fazer uma faxina, é o único jeito do São Paulo voltar ao que era, com essas ratazanas o nosso querido tricolor está na roça.