O São Paulo enfrenta um desafio significativo na busca por sua eficácia em finalizar jogadas, como analisa o colunista Paulo Vinícius Coelho no De Primeira, do Canal UOL. Para avançar à semifinal da Libertadores, a equipe precisa vencer a LDU por ao menos dois gols na próxima quinta-feira, no Morumbi.
Segundo PVC, o time comandado por Hernán Crespo tem mostrado capacidade de construir jogadas que ameaçam a defesa adversária, mas falha em concluir essas oportunidades em gols. Isso resulta em uma situação complicada: um time que cria, mas não consegue transformar as chances em resultados positivos.
PVC destaca que, embora o histórico mais glorioso do São Paulo, sob o comando de Telê Santana, não incluísse um centroavante fixo, a formação atual foi planejada com a expectativa de contar com um jogador de área. Com as lesões de André Silva, Calleri e Ryan Francisco, Crespo enfrenta dificuldades, dependendo de alternativas como Ferreirinha e Rigoni para tentar ultrapassar o forte bloqueio da LDU, que chega ao Morumbi com uma vantagem de 2 a 0.
É interessante notar que o São Paulo de 1992-93, considerado um dos melhores times da sua história, não tinha um centroavante fixo predominante. Porém, o São Paulo de 2025 foi estruturalmente organizado para atuar com um centroavante, mas a equipe sofreu com a perda de seus três atacantes principais.
Os torcedores têm a oportunidade de se engajar mais com o clube através das lives do UOL Esporte, que acontecem semanalmente, trazendo informações e debates sobre as principais equipes, incluindo o São Paulo. Os horários das transmissões ao vivo possibilitam que os fãs fiquem atualizados sobre os acontecimentos do seu time do coração.
Palhinha era o centroavante. Como sobra tinha Zetti, meio de campo: Pintado, Cereso e Raí e Miller dominando o ataque, com Cafu apoiando o ataque.