Nos últimos tempos, o São Paulo tem clarificado sua estratégia de mercado com a venda de seus jovens talentos. O presidente Casares ressaltou a importância dessa abordagem, que visa não apenas a sustentabilidade financeira do clube, mas também a valorização da base.
No contexto atual, o goleiro Leandro, formado em Cotia, está prestes a se despedir do clube ao final da temporada, já que seu contrato está prestes a expirar. Com apenas 20 anos, ele se encontra em uma posição delicada, onde a possibilidade de assinar um pré-contrato com outra equipe é realmente concreta, uma vez que não há diálogo sobre renovação com a direção tricolor.
Atualmente, Leandro ocupa a terceira posição na hierarquia dos goleiros, superado apenas por João Pedro Pantiga, de 19 anos. Recentemente, o jovem recebeu uma proposta do Leixões, posicionando-se em quinto lugar na Segunda Divisão de Portugal, mas a diretoria do São Paulo decidiu não liberar o atleta. Segundo a gestão, Leandro poderia ser mais útil no elenco como terceiro goleiro, contribuindo para os treinos e tendo a chance de jogar em situações pontuais.
Em vista disso, o clube já planeja sondar o mercado à procura de um goleiro experiente para 2026, considerando o futuro próximo de Rafael, que, aos 36 anos e com contrato até o fim de 2027, já pensa em se aposentar no Morumbi. Este cenário é um reflexo das mudanças que estão ocorrendo nas categorias de base do clube, onde Leandro se destacou ao marcar um gol de falta em 2022, sendo comparado ao ídolo Rogério Ceni, então comandante da equipe principal.
Ser formado na base do São Paulo, sendo goleiro, significa que nunca vai ser levantado pra jogar no time titular. Ridículo isso, forma o jogador e deixa ele crescer na equipe titular. Não dá pra entender. Se o moleque não era bom, porque formou?