O São Paulo Futebol Clube está passando por um momento de reestruturação financeira, buscando equilibrar suas contas enquanto tenta reduzir sua dívida total. Em agosto, o clube alcançou um superávit de R$ 4,2 milhões ao considerar o resultado do ano até aquele ponto. A venda de jogadores emergiu como uma estratégia significativa para a geração de receita, com os bastidores cheios de negociações para aumentar a arrecadação e ao mesmo tempo cortar gastos.
A principal razão para o resultado positivo foi a transferência do meia Lucas Ferreira para o Shakhtar Donetsk, concluída em agosto, por 10 milhões de euros, equivalente a pouco mais de R$ 63 milhões. O Tricolor, que detém 80% dos direitos econômicos do atleta, irá receber cerca de 8 milhões de euros (aproximadamente R$ 50,5 milhões) e poderá ainda faturar um bônus de 2 milhões de euros (cerca de R$ 12 milhões) caso algumas metas sejam alcançadas. Além disso, o clube também facilitou a saída do meia Matheus Alves e está próximo de finalizar a venda de Henrique Carmo para o CSKA, da Rússia.
Para além das vendas, o São Paulo também está adotando outras estratégias, como a criação de novas propriedades publicitárias no uniforme do time, que incluem a ampliação de parcerias existentes. Em agosto, o clube anunciou um novo patrocinador, o Cartão de Todos Sonhos, que estampará a barra da camisa por R$ 15 milhões até dezembro de 2026. Além disso, há negociações em andamento para incluir um novo patrocinador na manga do uniforme.
A redução dos investimentos em outras modalidades esportivas também tem sido uma estratégia para cortar custos, sendo o basquete um dos principais focos. Para a temporada de 2025, o clube optou por encerrar o projeto que havia custado R$ 9 milhões em 2024. Outras medidas incluem cortes no número de funcionários e suas horas extras, além de uma diminuição nos gastos com eventos sociais.
Recentemente, um relatório elaborado por uma comissão do conselho deliberativo avisou que a dívida total do São Paulo pode aumentar ao fim do ano. As projeções indicam que a dívida se aproximará de R$ 1 bilhão, comparado a R$ 968,25 milhões em 2024. Embora as receitas estejam subindo, os gastos igualmente aumentaram, levando a diretoria a questionar esse padrão. O cenário atual do mercado de futebol, com valores elevados, dificulta a manutenção de uma equipe competitiva.
Ainda assim, as medidas adotadas, juntamente com as vendas de jogadores, têm possibilitado que o clube feche alguns meses com lucro, evitando um grande déficit ao final do ano. O próprio relatório do conselho sublinhou a importância das vendas como um alívio financeiro para o clube. Por ora, a intenção do São Paulo é não realizar mais vendas de jogadores, após a finalização de Henrique Carmo. O clube ainda espera que Rodrigo Nestor e Galoppo, que estão emprestados ao Bahia e ao River Plate, respectivamente, sejam vendidos, dependendo do cumprimento de metas.
Que saldo positivo dívida era de 968 milhões agora está em um bilhão. continuo falando vendemos a base e o dinheiro vai para o Ralo. Vocês não enganar mais ninguém seus LADROES.
Ué cadê o dinheiro da venda de Cotia? E os jogadores que estão saindo e não sendo repostos? Essa diretoria tenebrosa irá afundar o tricolor.
engraçado vende tanto jogadores e continua devendo tanto esse dinheiro vai pro bolço de quem que nunca diminuiu está divuda