Nos últimos meses, o São Paulo FC firmou uma parceria estratégica com o empresário grego Evangelos Marinakis, proprietário do Olympiacos e do Nottingham Forest, visando aprimorar suas categorias de base. Apesar de algumas especulações que caracterizam essa negociação como uma "venda de Cotia", o presidente do clube, Julio Casares, esclareceu que esse modelo de negócio não transforma o São Paulo em uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF). Em vez disso, permitirá ao clube aumentar a captação de recursos para investir na formação de jovens atletas e, futuramente, na negociação de jogadores.
Durante uma entrevista à ESPN, Casares detalhou que Marinakis receberá 30% do lucro obtido com a venda de jogadores formados na base. Ele explicou que atualmente muitos atletas chegam ao clube com 70% dos direitos econômicos pertencentes ao São Paulo, e que a intenção é melhorar essa porcentagem. "Se eu tivesse dinheiro, compraria esses 30%", afirmou, enfatizando a importância de recursos para aumentar a competitividade e a formação de jovens jogadores. O investimento se traduzirá em formação mais rápida e em um maior volume de talentos, o que permitirá uma diminuição na folha de pagamento do time profissional, além de gerar potenciais ativos para futura venda.
Casares também afirmou que esta estratégia é um legado esportivo importante, que visa oferecer melhores condições à comissão técnica e que não se trata de uma venda de patrimônio ou da base do clube. Ele destacou que o processo foi aprovada unanimemente após quatro horas de reuniões, envolvendo participantes do conselho e especialistas do mercado, todos respaldando a proposta. Ele enfatizou a abertura do projeto, notando que o fundo Galapagos permitirá a participação de um leque maior de investidores, não se limitando apenas a Marinakis, mas incluindo torcedores e empresários de diversas partes do mundo.
Ao discutir o novo modelo, o presidente explicou que a proposta, que conta com a participação de investidores tanto do setor privado quanto de torcedores, se distinguirá de outros modelos já existentes, como o das SAFs adotadas por clubes como Vasco e Botafogo. Para ele, o modelo são-paulino é inédito e ainda não há data definida para a formalização do acordo, mas a conversa até o momento tem sido positiva. "O que importa é o teor do projeto, que é muito positivo," ressaltou.
Além de enfatizar a transparência que o modelo trará, Casares também negou que a implementação do plano esteja sendo atrasada por questões políticas, como o ano eleitoral em 2026. Ele acredita que a natureza técnica do projeto é o que demanda tempo e detalhamento, garantindo que todo o processo seja feito de maneira regulada e clara para todos os envolvidos.
Os próximos jogos do São Paulo incluem confrontos importantes: contra o Botafogo no dia 14 de setembro, seguido por um jogo contra a LDU no dia 18, e um duelo contra o Santos no dia 21. As expectativas em torno dos jovens talentos formados na base geram otimismo entre torcedores e diretores, que vislumbram um futuro promissor para o clube.
Olha, eu acho que se o Marinakis ficar com 30% dos garotos, possivelmente não irá querer vender por preço de banana não.
Acredito que ele também irá comprar revelações de times menores ou até mesmo de série A como o Palmeiras fez com Stevão que era do Cruzeiro.
Então pode ser que seja bom. Mas no SPFC a gente tem que desconfiar de tudo. Só vendo mesmo.
diretoria de *****
Lixo
#foracasares
presidente vagabundo.
Sensacional, gasta uma baita grana para revelar e depois vende por mereça, que lástima essa diretoria incompetente
esse e ladrão de primeira bandido descarado j