Ryan Francisco destacou-se na emocionante classificação do São Paulo para a final da Copinha, jogando uma partida decisiva contra o Criciúma. Ele se tornou um dos protagonistas do jogo ao converter com sucesso duas cobranças de pênalti, usando sua técnica conhecida como “cavadinha”. No entanto, essa ousadia teve um preço: o atacante recebeu o terceiro cartão amarelo por reclamação e não poderá participar da final.
Em entrevista à Cazé TV após a partida, Ryan comentou sobre o momento tenso da cobrança: “Eu fui um cara um pouco ousado. É muito difícil naquele instante, quando todos pensam em tudo que pode acontecer. Se eu der a cavada e o goleiro ficar parado, poderia me prejudicar. Fui feliz demais e seguimos firmes.” Ele também mencionou como se sentiu mais tranquilo ao ter a possibilidade de uma segunda penalidade, acreditando que o goleiro não ficaria parado.
Com dez gols em oito jogos, Ryan Francisco se consolidou como o artilheiro da competição. Recentemente, ele também atuou como titular na equipe profissional do São Paulo no empate sem gols contra o Botafogo-SP. Há expectativas de que ele seja promovido ao elenco principal após o término da Copinha.
A final da competição se aproxima, e o São Paulo aguarda o vencedor do confronto entre Corinthians e Grêmio, que se enfrentam nesta quarta-feira. A decisão está marcada para o próximo sábado, no Estádio do Pacaembu, em busca do quinto título da Copinha, o que os colocaria em igualdade com Fluminense e Internacional em número de conquistas, apenas atrás do Corinthians, que possui 11 troféus.
Se for esperar o casares entrar com efeito suspensivo pode esquecer ele perdeu mas não entra em conflito com ninguém
acredito que não existe efeito suspensivo pra cartão amarelo, o que é uma pena.
Baita injustiça com o rapaz, levou o cartão tentando chutar a bola, aliás acertou a bola que estava alta, na altura da cabeça do zagueiro, não foi maldade, não foi violento e não acertou a cabeça dó defensor, fosse a diretoria entrava já com um efeito suspensivo, coisa que tô cansado de ver dois rivais e o Casares jamais usa esse recurso