Foram 23 gols marcados em 12 jogos — com 11 autores diferentes. Mesmo lidando com lesões no setor durante toda a primeira fase, a equipe fez da eficiência ofensiva o seu ponto forte e encontrou em Galoppo um artilheiro.
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Por outro lado, a falta de concentração na defesa em determinados momentos se mostrou um problema, mesmo com o Tricolor cedendo apenas dez gols até então.
A equipe comandada por Rogério Ceni pagou caro pela falta de intensidade em curtos intervalos de tempo nas suas três derrotas no torneio. O São Paulo cedeu dois tentos em 15 minutos no clássico contra o Corinthians, levou a virada em três minutos para o Red Bull Bragantino e tomou um gol do São Bernardo com três minutos de jogo.
O São Paulo ainda sofreu gols logo no início ou no fim de uma etapa nos jogos contra Ferroviária, Portuguesa, Santos e Botafogo-SP. Nesses casos, o time ou conseguiu correr atrás do prejuízo, ou os tentos não afetaram a vitória.
Lidar com essa inconstância pode ser a chave para o time assegurar a vaga na semi. O duelo contra o Água Santa será disputado às 20h, de Brasília), no Allianz Parque, já que o Morumbi está recebendo show da banda britânica Coldplay.
Ceni roda elenco diante de baixas
O técnico são-paulino não conseguiu repetir a escalação em nenhuma rodada e precisou criar soluções durante o Paulista. As lesões acometeram todos os setores.
Ao todo, foram 30 jogadores utilizados, com 24 marcando presença no time titular pelo menos uma vez.
O Tricolor terminou a fase de grupos sem poder contar com os dois zagueiros titulares na estreia. Arboleda lida com tendinite no joelho, enquanto Ferraresi foi submetido a uma cirurgia, com Alan Franco e Beraldo assumindo as posições.
O lado positivo da primeira fase foi que vários reforços se firmaram no elenco. O goleiro Rafael e o meia Wellington Rato viraram figurinhas carimbadas no onze inicial, enquanto Caio Paulista, Jhegson Méndez e David conquistaram espaço.
melhor, ataque, São Paulo, enfrenta, apagões

não basta ter melhor ataque jogando com times fracos , tem que ser diferente do ano passado , em jogos decisivos precisa ser eficiente e não ser lento e previsivel. Outra coisa, será uma vergonha o time ficar fazendo cera para levar o jogo para pênalti, tem que ganha nos 90 minutos para evitar o que aconteceu com o Corinthians