O São Paulo manteve o bom momento no Morumbi ao enfrentar o Santos, hoje (2), pela quarta rodada do Brasileirão. Os gols de Calleri e Luciano, na vitória por 2 a 1, fizeram com que a equipe conquistasse seu oitavo triunfo consecutivo dentro de seu estádio na temporada.
A vitória são-paulina começou a ser construída logo aos 10 minutos de jogo, quando Calleri aproveitou cruzamento de Patrick e balançou as redes. Pouco antes do intervalo, Marcos Leonardo aproveitou falha de Jandrei para empatar a partida.
O gol decisivo saiu aos 36 minutos da segunda etapa, quando Charles Hembert, auxiliar do suspenso Rogério Ceni, já havia colocado Luciano em campo. O camisa 11, xodó da torcida, converteu o pênalti cometido por Rodrigo Fernandez.
O Santos reclamou muito da origem do lance, argumento que o lateral marcado para o São Paulo era, na verdade, para a equipe alvinegra. No momento da jogada, o auxiliar chegou a sinalizar que a bola seria santista, mas o quarto árbitro e o árbitro indicaram que era para o São Paulo.
O resultado deixa as duas equipes com sete pontos. Por ter um saldo de gols melhor, o São Paulo foi para o quinto lugar, deixando o Santos uma posição abaixo.
O melhor: Patrick
Mesmo tendo atuado por apenas 45 minutos, o meia foi importante para a vitória são-paulina. Foi dele o cruzamento para o gol de Jonathan Calleri. Com facilidade para jogar às costas de Madson, Patrick ainda criou outra chance perigosa antes de ser substituído por Alisson.
O pior: Madson
O camisa 13 teve muita dificuldade para conter as subidas de Patrick no primeiro tempo. Pelas suas costas, o meia do São Paulo quase fez o segundo gol do São Paulo. Antes, na decisão do lateral de entrar na área, teve muito tempo para cruzar na cabeça de Calleri, que abriu o placar. No segundo tempo, mesmo com a saída de Patrick, Madson continuou sofrendo com as subidas de Welington e Alisson.
Cronologia
O São Paulo abriu o placar aos nove minutos, quando Patrick recebeu com liberdade e cruzou na cabeça de Calleri, que apareceu sozinho entre Velázquez e Lucas Pires para vencer João Paulo. Quando a partida parecia caminhar para o intervalo com vitória parcial do Tricolor, Léo Baptistão deixou Welington no chão e cruzou para Marcos Leonardo empurrar para o gol aos 45. Jandrei desviou, mas não conseguiu afastar o perigo.
No segundo tempo, Luciano converteu com perfeição o pênalti cometido por Rodrigo Fernández aos 36 minutos. O goleiro João Paulo acertou o canto, mas a bola foi no ângulo.
As mudanças de Bustos
O técnico do Santos mexeu bastante no time para o clássico. O atacante ngelo, lesionado, deu lugar ao lateral-esquerdo Felipe Jonatan improvisado no meio-campo. Bauermann foi substituído por Velázquez. Léo Baptistão (poupado) e Marcos Leonardo (suspenso) ocuparam as vagas que foram de Ricardo Goulart e Bryan Angulo na Sul-Americana. O esquema foi do 4-2-4 para 4-1-2-1-2.
A formação se assemelhou à do São Paulo, que atua em um 4-1-3-2. Pensando no poder aéreo do Santos, os donos da casa começaram o jogo com Andrés Colorado, de 1,93m, como titular no lugar de Pablo Maia, de 1,78m.
Madson x Patrick
O primeiro tempo teve um duelo desigual entre o lateral Madson e o meia Patrick. Mesmo sem ser um jogador de velocidade, o jogador do São Paulo superou o adversário por mais uma vez em jogadas de contra-ataque.
Com a bola no pé, Patrick aproveitou o espaço dado por Madson na lateral para cruzar com perfeição, aos 10 minutos, para Calleri cabecear e abrir o placar para o São Paulo. Nas costas do mesmo Madson, Patrick por muito pouco não ampliou o marcador aos 36 minutos. Rodrigo Nestor cruzou na área, o meia são-paulino subiu mais que o adversário e cabeceou para fora.
A disputa terminou no intervalo. O São Paulo voltou para o segundo tempo com Alisson no lugar de Patrick.
Treinadores fazem novo duelo tático no segundo tempo
Depois de um primeiro tempo que terminou empatado, Fabián Bustos e Charles Hembert promoveram mudanças táticas na segunda etapa. Pelo lado do Santos, as saídas de Felipe Jonatan e Jhojan Julio, para as entradas de Willian Maranhão e Lucas Braga fizeram com que o time passasse a jogar com três volantes e três atacantes, diminuindo o fato espaço que o São Paulo tinha pelas laterais.
Pelo lado tricolor, as mudanças mantiveram o esquema tático. Andrés Colorado e Eder saíram para as entradas de Marquinhos e Luciano. Com isso, Igor Gomes foi recuado para a função de primeiro volante, qualificando a saída de bola da equipe.
Na parte ofensiva, Marquinhos assumiu o espaço deixado por Igor Gomes pelo lado direito, enquanto Luciano passou a fazer a função que era de Eder.
Pênalti decisivo irrita o Santos
O São Paulo conquistou o gol da vitória pelos pés de Luciano depois de Rodrigo Fernandez impedir um cruzamento com o braço. A reclamação do Santos, no entanto, aconteceu no início da jogada.
A disputa de bola entre Alisson e Marcos Leonardo, ainda no meio de campo, deixou dúvida sobre para quem seria a posse de bola. Inicialmente, o auxiliar sinalizou que era do Santos, mas o quarto árbitro e o árbitro indicaram que era para o São Paulo. Alisson cobrou rapidamente e gerou a jogada do pênalti.
Assim que o pênalti foi confirmado, Fabián Bustos ficou muito irritado à beira do gramado. O treinador gesticulou com as mãos e chegou a chutar os copos de água posicionados na área técnica.
O jogo do São Paulo: muito volume, mas poucas chances claras
Os espaços dados pelo Santos permitiram que o São Paulo explorasse as laterais ao longo de toda a partida. No primeiro tempo, Patrick levou grande vantagem para cima de Madson e, por ali, cruzou para o gol de Calleri. Apesar do controle do jogo, o time do Morumbi criou poucas chances que obrigaram João Paulo a fazer grandes defesas.
No segundo tempo, a mudança tática do Santos diminuiu os espaços do São Paulo, mas não foi o suficiente para tirar do time do Morumbi o controle da partida. A equipe de Charles Hembert seguiu apostando nos cruzamentos e, dessa maneira, encontrou o pênalti que Calleri converteu para garantir a vitória.
Jogo do Santos: postura defensiva custa caro
O Peixe de três volantes ficou muito atrás no Morumbi. No primeiro tempo, o clube da Vila Belmiro praticamente assistiu o São Paulo. Na etapa final, o Santos esteve melhor posicionado para os contra-ataques, mas o pênalti cometido por Rodrigo Fernández acabou com qualquer chance de virada.
Homenagem ao Hernanes
As horas que antecederam o início do jogo foram destinadas a homenagens para Hernanes. Revelado nas categorias de base do São Paulo, o "Profeta" anunciou hoje sua aposentadoria do futebol.
Antes de a bola rolar, ele recebeu uma placa das mãos do presidente Julio Casares e do diretor de futebol, Carlos Belmonte, e subiu ao gramado para ser ovacionado pela torcida. Depois de uma caminha ao redor do campo, Hernanes se ajoelhou para beijar o símbolo do São Paulo.
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O time não jogou com aquela intensidade de sempre,jogando em casa!
A ausência de Ceni,que teve que cumprir suspensão,por ter sido expulso no jogo anterior,fez com que o time jogasse,sem aquela pegada de sempre…
Achei o time lento e com a marcação frouxa da parte dos jogadores…
Faltou mais aproximação dos jogadores,tanto defensivamente como ofensivamente,pois era nítido a distância de um jogador a outro…
Com o Ceni o time joga mais compacto,em todos setores…
As substituições,melhoraram um pouco o poder ofensivo do time,mas as linhas estavam muitos distantes…
O Wellington por exemplo,chegou uma hora que até levantou os braços,já que ele não encontrava aquela aproximação que os jogadores tinham o costume de ter,nos jogos…
Jandrei achei que falhou no gol,pois aquela bola,dava para ter pegado nas mãos…
Graças a Deus,o time venceu!
A camisa de despedida do profeta,trouxe sorte ao time…
Hj o Eser foi mal, mas nao da para negar q ele tem muita vontade e ajuda muito. Luciano precisa melhorar ainda lara ser titular 100%.
Jogo duro, mas o time foi bem, lutou e venceu. Patrick gordo, mas segura bem a bola, gira e toca. Igor Gomes de novo bem disposto, errou passes, mas no geral foi bem em todo lado do campo. Parem de reclamar de tudo, galera reclama desde a escalação.
Segura éssa sereias !!!!!
LIÇÃO DE CASA O MAXIMO DE VITÓRIAS EM CASA, UNS EMPATES FORA UMAS VITÓRIAS DE VEZ EM QUANDO FORA,ACHO QUE TERMINARIAMOS NO G 4 LIBERTADORES DIRETO!
Luciano tem que ser titular absoluto deste time, guando entra muda muda todo matamar.
Pronto porque não faz o simples pra que passar sufoco,o auxiliar mexeu no time certinho, colocou Luciano e marquinhos, esse Eder e para o segundo tempo, o arboleda tm que ser titular sempre, marquinhos calleri e Luciano ou rigone, esse e o time certo