Quando Rogério Ceni apareceu no gramado do Alfredo Jaconi, na última quarta-feira, com a calça da Under Armour, ex-fornecedora oficial de material esportivo do São Paulo, a relação conturbada com a Adidas, atual fornecedora, foi escancarada.
Desde o ano passado, as partes convivem com desentendimentos por uma série de questões. E o desgaste só aumenta a cada novo episódio.
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A crise começou ainda na gestão de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. Em setembro de 2021, o São Paulo e a Adidas lançaram a nova terceira camisa do clube, mas ela nunca foi utilizada em jogos.
Isso porque não houve uma aprovação da diretoria ao modelo apresentado. O uniforme foi mostrado para Leco em 2020, que não deu prosseguimento nos trâmites internos do clube. Com isso, o terceiro uniforme também não passou por uma votação no Conselho Deliberativo, o que o tornou apenas comemorativo.
Outro caso que mexeu na relação foi o de um tênis com o símbolo do São Paulo. Por conta do tamanho do símbolo estampado no modelo, o clube também não aprovou, e os materiais confeccionados não puderam ser vendidos.
No entanto, a Adidas colocou alguns tênis para venda em lojas de shoppings na capital paulista e, novamente, desagradou ao São Paulo, que solicitou a retirada deles das prateleiras.
Em novembro do ano passado, um novo desgaste. O São Paulo não aprovou a camisa sugerida pela Adidas numa ação contra o racismo em conjunto com Internacional e Flamengo, clubes que também têm contrato com a marca alemã.
As peças, em preto e branco, cores relacionadas aos rivais Corinthians e Santos, não foram aprovadas no Morumbi. Segundo uma fonte do clube, o São Paulo sugeriu mudanças na camisa, que não foram aceitas pela Adidas – as peças de Inter e Flamengo são idênticas, padronizadas, com a exceção do distintivo.
Fontes ouvidas pela reportagem do ge afirmam que a fornecedora de material esportivo tem enviado cada vez menos peças para o clube, como por exemplo camisas de treinos e outros uniformes.
Procurada pela reportagem para pedir uma posição sobre o caso de Rogério Ceni nesta quarta-feira, a Adidas não quis se pronunciar até a publicação dessa matéria.
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Rogério negociava contrato com a Adidas, não sei a razão mais parece que a Adidas acabou desistindo,por essa razão o Rogério deve achar que pôde usar o que ele bem entender, é bom salientar que na primeira passagem ele se recusava usar uniforme do clube, justamente por acreditar que têm marketing pra fechar parceria de forma individual com as fornecedoras de material
Os maiores titulos do São Paulo foi conquistado quando usava Topper e Penalty. Acredito que o uniforme tenha suas funções que ultrapassam o simples fato de vestir, porém o que mais conta e o futebol que cada time demostra em campo, jogadores com foco, motivação, entrosamento e companheirismo pode jogar de Tactel e ainda sim faria a diferença.
O clube não consegue resolver problema com fornecedor de agasalho, vai ganhar título como?
Estão querendo ver o São Paulo de penalty ou Topper dnv k, Adidas e muito para o SPFC
Provavelmente a diretoria não levava algum por fora, e daí...