O atacante Emiliano Rigoni chegou ao São Paulo para dar ao time mais qualidade para ajudar a equipe a marcar gols. E o início do argentino foi promissor. Nos 19 primeiros jogos em que fez com a camisa tricolor, Rigoni foi às redes nove vezes. No ano passado, ele marcaria mais dois gols. Só que desde o empate por 1 x 1 diante da Chapecoense, em 3 de outubro do ano passado, Rigoni não sabe o que é marcar.
No clássico vencido pelo Palmeiras na última quinta-feira (10), o camisa 7 não saiu do banco. No Majestoso, no final de semana passado, Rigoni entrou no segundo tempo. Nem mesmo com a vantagem são-paulina no placar ajudou Rigoni a ter um bom desempenho. Desligado em campo, por pouco não foi expulso por ter chutado a gol uma bola quando a partida já estava paralisada, pois já tinha cartão amarelo. Se o juiz aplicasse o segundo, ele seria excluído.
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A irritação demonstrada na vitória sobre o Corinthians pode ser explicada pela queda de desempenho em campo. Rigoni não anota um gol há 19 jogos. Neste ano, só participou de um gol, quando cruzou para Calleri marcar na derrota para o Red Bull Bragantino. Ao todo, em 46 jogos pelo São Paulo, Rigoni marcou 11 gols e deu sete assistências.
Só que desde a demissão de Hernán Crespo, no ano passado, que o argentino apresenta um rendimento abaixo do esperado.
O São Paulo ainda comemorava o título do Paulista quando a diretoria anunciou a contratação de Rigoni. E a então comissão técnica do Tricolor, encabeçada por Crespo, mas repleta de argentinos, foi quem avalizou a oportunidade de negócio.
Na ocasião, quem fez o primeiro contato com Rigoni foi o preparador físico Alejandro Kohan. Rigoni e Kohan trabalharam juntos no Independiente, na Argentina.
Depois do Independiente, Rigoni jogou pelo Zenit-RUS, Atalanta-ITA, Sampdoria-ITA, e depois Elche-ESP. Com esse retrospecto, chegou ao São Paulo em baixa. Incisivo, ambidestro, com ótima capacidade de finalização e sempre atento às movimentações dos companheiros para distribuir passes para gols, não demorou para encantar torcedores, companheiros e até adversários.
Por isso, internamente, a confiança é no sentido de que Rigoni passa por uma má fase muito por conta da saída de Crespo, mas que ele vai retomar o futebol que fez com que ele caísse nas graças da torcida.
Neste domingo (13), o atacante poderá ter mais uma chance. Com a sequência de jogos, Rogério Ceni pode escalar contra o Mirassol, às 16h, fora de casa, uma equipe formada por quem tem atuado pouco, caso de Rigoni. Mais uma oportunidade para que o "raio", apelido de Rigoni, volte a iluminar o ataque do São Paulo.
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Futebol é confiança, luciano nunca foi o que é hoje no São Paulo, voces sus bando de torcedores nutella que só sabem criticar apredam a apoiar nosso time de coração e nao falar ***** e apoiar criticas derrubando nossos jogadores, vamos apioar até o fim!
Eu tô achando t o futebol dele de verdade é esse de agora, o cara não tá dando conta de acertar um passe de 1 metro , muito estranho
Ta miito mal rigoni parece que morreu.