No final de 2021, a reforma estatutária proposta por um grupo de conselheiros seria benéfica ao São Paulo por permitir uma maior estabilidade governamental, já que nela estava prevista a reeleição presidencial já valendo para o atual mandato.
Casares esperava a mudança de 14 itens do estatuto são-paulino. Entre os temas estava a volta da reeleição para presidente, além do aumento do mandato dos conselheiros de três para seis anos. Outro ponto que impacta a atual gestão é a liberação para que membros do conselho exerçam cargos em diretorias. O estatuto prevê que o conselheiro se licencie do órgão, mas a mudança permitiria que houvesse um acúmulo de funções.
O projeto era visto como uma tentativa de “golpe” do grupo político que comanda o São Paulo. Desta forma, sócios e boa parte da torcida que não tem qualquer ligação com o Social do Morumbi se engajaram em uma campanha contra a reforma estatutária.
818 associados reprovaram a mudança no estatuto, enquanto 506 aprovaram. Houve cinco abstenções. O presidente era um dos defensores da mudança, visando uma reeleição no futuro. Seu mandato vai até o final de 2023.
Júlio Casares trata o assunto com dificuldade, pois o conselho deliberativo do tricolor tem uma resistência muito grande em relação a SAF. O São Paulo espera que bons exemplos de adversários com o processo de clube empresa aconteçam, para que crie uma imagem bacana para que os conselheiros aprovem essa pauta no SPFC.
São Paulo, tricolor, 2022, Casares, conselho

E quem confia ? Não só nele mas também em toda essa veiarada do CD inclusive vcs. Só vão afundar o S.Paulo, a SAF seria nossa unica salvação.
Muitos desses conselheiros não dão nada para ajudar o clube e não querem a SAF no SPFC, só sabem ajudar a aumentar a dívida do clube e não fazem nada que preste
Nao querem por que vão perder a mamada se virar clube empresa ai vai ter dono e ordem não vão mais roubar por isso essa resistência toda
Associados faz o que?? Ganha ingresso e paga de bacana nos clubes, na hora de endividar o futebol ninguém viu nada.