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O documento ao qual o UOL Esporte teve acesso foi assinado pelo presidente Julio Casares. Pela manhã, ele já havia compartilhado em suas redes sociais um vídeo de brasileiros que jogam no Shakhtar Donetsk e no Dínamo de Kiev, que pediram ajuda às autoridades para deixarem o país do leste europeu.
"Evidentemente que o resgate que se mostra imperioso não deve se limitar aos brasileiros ligados ao esporte, mas a todos irmãos que se encontram em situação assemelhada a essas famílias que estão conectadas com nossa instituição", prossegue Casares no ofício.
As tensões entre Rússia e Ucrânia aumentaram no início da madrugada de hoje quando o presidente russo, Vladimir Putin, autorizou uma "operação militar especial" no leste ucraniano.
Após o anúncio de Putin, houve relatos de explosões em Kiev, capital da Ucrânia, e em Kharkiv, a segunda maior cidade, no nordeste do país. Em Maripuol, cidade portuária no leste do país, ao menos duas explosões foram ouvidas hoje. Também há relatos em Odessa, no Mar Negro. Em Kramatorsk, cidade que serve de quartel-general para as forças ucranianas, foram ouvidas pelo menos quatro fortes explosões.
O Shakhtar Donetsk, um dos clubes ucranianos com mais brasileiros, não treina nem manda mais seus jogos na cidade de Donetsk desde 2014 por causa dos conflitos do país com a Rússia nas regiões separatistas. Naquele ano, a Rússia teve um embate com a Ucrânia pela anexação da região da Crimeia e o CT do Shakhtar foi danificado por ações militares.
Em entrevista à "BBC Brasil", o embaixador do Brasil em Kiev, capital da Ucrânia, Norton Rapesta, afirmou que os brasileiros que estão em regiões afetadas serão evacuados. Ele afirmou que os detalhes da operação serão anunciados nas próximas horas.
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