Cria das categorias de base do São Paulo, Jeff Silva conta sua história
Fonte ESPN
2 de Janeiro de 2022
Jeff Silva em ação pelo Náutico Adalberto Marques/AGIF - Gazeta Press
Aos 35 anos, Jeff Silva tem mais de 20 clubes no currículo e muitas histórias para contar. Cria das categorias de base do São Paulo, o lateral-esquerdo atuou ao lado vários craques consagrados e foi comandado por treinadores conhecidos, incluindo Paulo Sousa, do Flamengo.
Após começar no Coritiba, ele chegou ao Tricolor aos 17 anos e chegou a fazer vários treinos na equipe profissional, comandada à época por Muricy Ramalho.
LEIA TAMBÉM: São Paulo aceita proposta do Ceará por Pablo, que fica a detalhes de deixar o Morumbi; veja o que falta
“Teve vez que teve um treino dos juniores contra o profissional que foi conturbado e até saiu no jornal (risos). O [atacante] Leandro deu um drible, eu dei uma chegada mais forte e teve uma grande discussão. Me chamaram de juvenil. O Muricy falou que eu tinha personalidade forte porque não abaixei a cabeça para um cara mais velho', disse ao ESPN.com.br.
"Depois, um jogador me disse: ‘Se você machucasse o Leandro às vésperas de um jogo pela Libertadores os caras iam te mandar embora’ (risos) Aprendi demais no São Paulo a ser um profissional e a ser homem. É um lugar maravilhoso porque te dá estudo e todas as condições”.
“A gente dava a vida nos treinos, mas o São Paulo era uma geração que tinha vencido tudo. Na minha posição tinha caras muito bons como Júnior, Lucio e o Richarlyson, que jogava de volante e lateral. Eu era destaque da base, mas não estava preparado ainda para jogar no profissional”, contou.
Sem espaço no time do Morumbi, Jeff foi emprestado ao Beira-Bar para jogar a segunda divisão portuguesa antes de voltar ao Tricolor e disputar a Copa São Paulo de futebol júnior de 2005. Mesmo com um time que contava com o volante Jean e o zagueiro Alex Silva, a equipe foi eliminada na primeira fase.
“A gente tinha muitos jogadores bons que desceram do profissional, mas achamos que íamos ganhar quando queríamos, mas não foi assim”.
Em seguida, o lateral foi cedido ao Londrina e disputou o Paranaense. Com o destaque, foi para o Avaí. “Foi onde tudo aconteceu na minha carreira. Vencemos o clássico dentro da casa Figueirense depois de 22 anos, recebi um carro do presidente e conseguimos o acesso para a Série A em 2008”, recordou.
Aventuras na Europa
No fim do ano, Jeff Silva estava quase vendido para o Lokomotiv-RUS, mas transferiu-se para o tradicional Estrela Vermelha, maior time da Sérvia e campeão da Champions League de 1991.
“Não tinha ideia da grandeza dessa equipe. O Tadic, ex-goleiro do Vasco, me falou que estava indo para o Flamengo do leste europeu. Sai no verão brasileiro para enfrentar a neve na Sérvia. Tinha um monte de gente me esperando e até jornalistas. Joguei com vários caras que disputaram Copa do Mundo pela Sérvia. Fomos fazer uma pré-temporada no Chipre e viram que não era bobo porque sabia driblar, dar caneta e chapéu. Cai nas graças dos caras porque sou resenha (risos)”, afirmou.
“Eu tinha um contrato de cinco anos, mas o clube passou por uma grave crise financeira e queriam abaixar o meu salário. Nisso, meu empresário tentou me levou para alguns clubes e não conseguimos. Depois de cinco meses, fui passar férias no Brasil e resolvi voltar de vez”, afirmou.
Em 2010, Jeff jogou por Monte Azul, Fortaleza e Náutico, no qual conseguiu o acesso para a Série A do Brasileirão. Com o destaque, transferiu-se para o Videoton, da Hungria, sendo comandado por Paulo Sousa.
“No Brasil eu jogava quase sempre como lateral que só atacava. O Paulo é um cara sensacional e foi treinador que taticamente mis me ensinou ao longo da carreira. Ele pegava muito no meu pé para evoluir na marcação, no posicionamento e até nos gestos dentro de campo”, contou.
Jeff ainda defendeu o Diósgyör, também da Hungria, ABC e Paulista de Jundiaí, quando reencontrou o São Paulo. “O Rogério me elogiou depois do jogo, mas não lembrava que eu tinha passado por lá porque naquela época eu ainda tinha o cabelo curto”.
Depois, ele jogou por Ceilândia, Boavista, Resede e Hercílio Luz. Em 2017, foi campeão gaúcho pelo surpreendente Novo Hamburgo antes de jogar por Vitória da Conquista, Imperatriz, Taubaté e Moto Club, pelo qual venceu o Estadual.
Em 2022, o andarilho da bola irá jogar pelo Amazônia Independente FC, clube da primeira divisão do Pará. “O treinador Mateus Lima que acredita que eu vou ajudar muito o time no campeonato e eu estou focado para fazer uma grande temporada. Ainda tenho muitas condições de jogar bem”, finalizou.
Cria, categorias, base, São Paulo, Jeff Silva, história
Aos 35 anos, Jeff Silva tem mais de 20 clubes no currículo e muitas histórias para contar. Cria das categorias de base do São Paulo, o lateral-esquerdo atuou ao lado vários craques consagrados e foi comandado por treinadores conhecidos, incluindo Paulo Sousa, do Flamengo.
Após começar no Coritiba, ele chegou ao Tricolor aos 17 anos e chegou a fazer vários treinos na equipe profissional, comandada à época por Muricy Ramalho.
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“Teve vez que teve um treino dos juniores contra o profissional que foi conturbado e até saiu no jornal (risos). O [atacante] Leandro deu um drible, eu dei uma chegada mais forte e teve uma grande discussão. Me chamaram de juvenil. O Muricy falou que eu tinha personalidade forte porque não abaixei a cabeça para um cara mais velho', disse ao ESPN.com.br.
"Depois, um jogador me disse: ‘Se você machucasse o Leandro às vésperas de um jogo pela Libertadores os caras iam te mandar embora’ (risos) Aprendi demais no São Paulo a ser um profissional e a ser homem. É um lugar maravilhoso porque te dá estudo e todas as condições”.
“A gente dava a vida nos treinos, mas o São Paulo era uma geração que tinha vencido tudo. Na minha posição tinha caras muito bons como Júnior, Lucio e o Richarlyson, que jogava de volante e lateral. Eu era destaque da base, mas não estava preparado ainda para jogar no profissional”, contou.
Sem espaço no time do Morumbi, Jeff foi emprestado ao Beira-Bar para jogar a segunda divisão portuguesa antes de voltar ao Tricolor e disputar a Copa São Paulo de futebol júnior de 2005. Mesmo com um time que contava com o volante Jean e o zagueiro Alex Silva, a equipe foi eliminada na primeira fase.
“A gente tinha muitos jogadores bons que desceram do profissional, mas achamos que íamos ganhar quando queríamos, mas não foi assim”.
Em seguida, o lateral foi cedido ao Londrina e disputou o Paranaense. Com o destaque, foi para o Avaí. “Foi onde tudo aconteceu na minha carreira. Vencemos o clássico dentro da casa Figueirense depois de 22 anos, recebi um carro do presidente e conseguimos o acesso para a Série A em 2008”, recordou.
Aventuras na Europa
No fim do ano, Jeff Silva estava quase vendido para o Lokomotiv-RUS, mas transferiu-se para o tradicional Estrela Vermelha, maior time da Sérvia e campeão da Champions League de 1991.
“Não tinha ideia da grandeza dessa equipe. O Tadic, ex-goleiro do Vasco, me falou que estava indo para o Flamengo do leste europeu. Sai no verão brasileiro para enfrentar a neve na Sérvia. Tinha um monte de gente me esperando e até jornalistas. Joguei com vários caras que disputaram Copa do Mundo pela Sérvia. Fomos fazer uma pré-temporada no Chipre e viram que não era bobo porque sabia driblar, dar caneta e chapéu. Cai nas graças dos caras porque sou resenha (risos)”, afirmou.
“Eu tinha um contrato de cinco anos, mas o clube passou por uma grave crise financeira e queriam abaixar o meu salário. Nisso, meu empresário tentou me levou para alguns clubes e não conseguimos. Depois de cinco meses, fui passar férias no Brasil e resolvi voltar de vez”, afirmou.
Em 2010, Jeff jogou por Monte Azul, Fortaleza e Náutico, no qual conseguiu o acesso para a Série A do Brasileirão. Com o destaque, transferiu-se para o Videoton, da Hungria, sendo comandado por Paulo Sousa.
“No Brasil eu jogava quase sempre como lateral que só atacava. O Paulo é um cara sensacional e foi treinador que taticamente mis me ensinou ao longo da carreira. Ele pegava muito no meu pé para evoluir na marcação, no posicionamento e até nos gestos dentro de campo”, contou.
Jeff ainda defendeu o Diósgyör, também da Hungria, ABC e Paulista de Jundiaí, quando reencontrou o São Paulo. “O Rogério me elogiou depois do jogo, mas não lembrava que eu tinha passado por lá porque naquela época eu ainda tinha o cabelo curto”.
Depois, ele jogou por Ceilândia, Boavista, Resede e Hercílio Luz. Em 2017, foi campeão gaúcho pelo surpreendente Novo Hamburgo antes de jogar por Vitória da Conquista, Imperatriz, Taubaté e Moto Club, pelo qual venceu o Estadual.
Em 2022, o andarilho da bola irá jogar pelo Amazônia Independente FC, clube da primeira divisão do Pará. “O treinador Mateus Lima que acredita que eu vou ajudar muito o time no campeonato e eu estou focado para fazer uma grande temporada. Ainda tenho muitas condições de jogar bem”, finalizou.
Cria, categorias, base, São Paulo, Jeff Silva, história
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Karay o Rui cabeção la na foto eu conheco! K
Não sei quem é, também não tenho interesse em saber.
Precisa redigir melhor esse texto.
Que ***** de matéria.