SPFC tem pior ataque de sua história no atual formato do Brasileirão
Fonte Gazeta
15 de Dezembro de 2021
O desempenho apresentado pelo São Paulo no início da temporada não se repetiu no Brasileirão. O time sofreu com lesões ao longo do campeonato, chegou a aparecer na zona de rebaixamento e teve de se contentar com uma classificação para a Copa Sul-Americana.
O baixo rendimento da equipe passa pelos números ruins do setor ofensivo. O Tricolor marcou apenas 31 gols no Brasileiro, a pior marca de sua história desde que a competição começou a ser disputada no atual formato, com 20 times e 38 rodadas.
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Antes, a menor quantidade era de 39 bolas na rede, que aconteceu nos campeonatos de 2013 e 2019. Nessas edições, o São Paulo terminou na sexta e nona colocações, respectivamente, mas ficou apenas na 13ª posição nesta temporada.
Além disso, os atacantes da equipe atuaram abaixo do esperado em 2021. Pablo, artilheiro tricolor na campanha, anotou apenas 13 gols em 38 partidas, foi criticado por parte da torcida e acabou sendo pouco utilizado na reta final do Brasileirão.
Rigoni, por sua vez, teve um bom início no São Paulo e se tornou o principal jogador do setor ofensivo, mas caiu de rendimento e não foi às redes nos últimos 11 jogos que disputou. Já Luciano, um dos artilheiros do time na última temporada, sofreu com contusões ao longo do ano e marcou somente 10 gols em 39 jogos.
Neste cenário, o ataque tricolor se mostra como um setor a ser aprimorado para 2022. Caso confirme sua permanência, o técnico Rogério Ceni precisará encontrar meios para promover o melhor desempenho dos atacantes visando realizar uma boa campanha na próxima temporada.
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O baixo rendimento da equipe passa pelos números ruins do setor ofensivo. O Tricolor marcou apenas 31 gols no Brasileiro, a pior marca de sua história desde que a competição começou a ser disputada no atual formato, com 20 times e 38 rodadas.
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Antes, a menor quantidade era de 39 bolas na rede, que aconteceu nos campeonatos de 2013 e 2019. Nessas edições, o São Paulo terminou na sexta e nona colocações, respectivamente, mas ficou apenas na 13ª posição nesta temporada.
Além disso, os atacantes da equipe atuaram abaixo do esperado em 2021. Pablo, artilheiro tricolor na campanha, anotou apenas 13 gols em 38 partidas, foi criticado por parte da torcida e acabou sendo pouco utilizado na reta final do Brasileirão.
Rigoni, por sua vez, teve um bom início no São Paulo e se tornou o principal jogador do setor ofensivo, mas caiu de rendimento e não foi às redes nos últimos 11 jogos que disputou. Já Luciano, um dos artilheiros do time na última temporada, sofreu com contusões ao longo do ano e marcou somente 10 gols em 39 jogos.
Neste cenário, o ataque tricolor se mostra como um setor a ser aprimorado para 2022. Caso confirme sua permanência, o técnico Rogério Ceni precisará encontrar meios para promover o melhor desempenho dos atacantes visando realizar uma boa campanha na próxima temporada.
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Cade Rigoni e Calleri os salvadores. É de conhecimento que todos atacantes para fazerem gols depende muito dos laterais saberem ao menos cruzarem as bolas, o meio de campo tendo como armadores saberem no mínimo lançarem a bola em condições dos atacantes efetuarem os gols. Os atacantes do São Paulo sofreram com as deficiências dos laterais e principalmente dos trio Liziero, Sara e Igor Gomes que não aprenderam a jogar nestas posições. Por fim com este técnico e com estes jogadores no meio de campo nem Luiz Soares faz gols..
Cade rigoni e caleri os salvadores?