Os gols do São Paulo foram marcados por Palhinha, Toninho Cerezo e Müller, protagonista do lance decisivo do jogo. O Milan balançou as redes com Massaro e Papin.
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O São Paulo foi quem abriu o placar no Estádio Nacional de Tóquio, que recebeu 52.275 torcedores para a grande final. Em uma jogada de pé em pé, passando a bola por todo o campo, o Tricolor acabou chegando ao gol após cruzamento rasteiro de Cafu para o meio da área, onde Palhinha apareceu para completar para o fundo das redes em um momento-chave da partida, já que minutos antes o Milan havia acertado o travessão em grande chute de Massaro de fora da área.
O Milan chegou ao empate em uma jogada muito menos trabalhada em comparação com a do gol do São Paulo. Massaro aproveitou o vacilo da defesa tricolor, que não acompanhou a trajetória da bola após Desailly dar um balão em direção à área, e bateu sem chances para Zetti.
O São Paulo não se abateu e retomou a vantagem ainda no primeiro tempo. Palhinha abriu para Leonardo na esquerda, que fez o cruzamento rasteiro para Cerezo, que, no segundo pau, completou de primeira.
O Milan novamente empatou em mais uma jogada de bola aérea. Desta vez, Papin apareceu para cabecear de forma certeira faltando dez minutos para o fim do tempo regulamentar. Mas, quando todos imaginavam que a prorrogação estava a caminho, Muller foi lançado por Cerezo, dividiu com Pagliuca e viu a bola, que bateu em seu calcanhar, morrer no fundo das redes. Assim, o São Paulo se sagrava bicampeão mundial no Japão.
Bicampeonato, mundial, São Paulo, anos
Uma hora acerta denovo
Então chega de ficar vivendo deste passado o time do São Paulo já não é o mesmo a muito tempo chega de se achar o melhor nos já fomos sim os melhores agora a nossa camisa está banalizada qualquer pé de rato veste está camisa ninguém respeita mais o São Paulo todo mundo sabe que se jogar com um pouquinho mais de vontade pide vencer a gente
Fico com pena das novas gerações de São paulinos, como meus filhos. Para eles deve parecer irreal o Sao Paulo ser o melhor time do mundo, com direito a confirmação no ano seguinte. Época em que éramos exemplo de gestão e com um time simplesmente imbatível, não importasse o adversário, inclusive europeus.