O técnico argentino Hernán Crespo fez uma análise comparando atualmente o futebol jogado na América do Sul e na Europa. O comandante do São Paulo citou para tanto as disputas simultâneas da Copa América e da Eurocopa. Crespo mencionou características tradicionais do futebol sul-americano que não estão sendo mais vistas e salientou que a 'Eurocopa nos recorda que estamos perdendo terreno'.
"Estamos perdendo terreno. Historicamente, os europeus foram mais fortes fisicamente que os sul-americanos, e tinham menos virtudes técnicas que nós. Salvo grandes exceções, é claro, não vamos criar uma regra. Mas eles não deixaram de crescer. Melhoraram no desenvolvimento físico e aperfeiçoaram o passe e a recepção, enquanto nós estamos perdendo o drible. Na Copa América, gostaria de perceber mais respeito pelas raízes históricas da região, gostaria de ver mais dribles", disse Hernán Crespo em sua coluna no jornal La Nacion, da Argentina.
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Crespo afirmou que Messi e Neymar mantêm o estilo que marcou o futebol sul-americano durante muito tempo. Tirando esses craques de Barcelona e PSG, o treinador não consegue enxergar outros exemplos claros.
"Eles (europeus) melhoraram o que faziam bem e melhoraram também seus pontos fracos. E na América do Sul já não driblamos como antes. Tiremos o Messi, vamos tirar o Neymar e não vemos muitos vestígios que representam a nossa história. Nosso drible, nosso instinto e nossa agressividade competitiva nos permitiam igualar e até superar os europeus. Hoje ficamos com a ferocidade competitiva", afirmou o técnico do São Paulo.
O treinador também falou sobre a ausência de partidas envolvendo seleções da América do Sul contra equipes da Europa. E como essa ausência tem contribuído para aumentar a diferença entre o futebol praticado nos continentes.
"Perdemos a possibilidade de nos testarmos com os europeus, de encontrar nosso ponto de atraso ou de evolução, e são impostos amistosos contra equipes que não são referências. Perdemos os duelos contra Alemanha, Itália ou Inglaterra, que nos serviam como grandes testes", lembrou Crespo.
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O Crespo esqueceu df citar nosso maior driblador, o maior atacante do brasil de uma tecnica fora do comum. E ele jogo no São Paulo. Seu nome? Pablo. SQN k
Realmente, o quadro é desesperador. Um nível de arbitragem esdrúxulo. Jogadors que preferem ser malandros a jogar eticamente. Treinador temeroso de perder seu emprego. Nada ajuda
Mas o futebol hj é só toque de bola.
Estranho ver o Crespo dizer isso, pelas notícias o Bruno Rodrigues é reserva dos reservas justamente porque tenta o drible, o Rojas hoje é outro jogador, nítido ver a mudança, assim como o Galeano, ambos citados tem na característica o drible, quem já não viu vídeos do Bruno, quem já não acompanhou Galeano na base e quem não lembra de Rojas com Aguirre? São completamente diferentes, pegam a bola e tocam, não são mais agudos, isso fazem deles jogadores normais, sendo normais não funcionam pois perdem o melhor que possui, a característica do drible e velocidade.
Concordo. Hj vc assiste uma Alemanha x Portugal nao tem.comparação assisti Uruguai x Argentina ou Brasil x Colômbia a qualidade técnica e.absruda