Na pauta, estará a discussão do cronograma, de quais serão as próxias ações efetivas e, claro, a novela sobre o futuro da presidência da CBF, que está vaga após o afastamento de Rogério Caboclo. Todos querem ter mais poder na decisão de quem ocupará esse cargo, como mostrou mais cedo o blog do Marcel Rizzo.
Além de ter mais influência política na CBF, os clubes querem tomar o controle do planejamento do Brasileirão, tanto no aspecto de calendário, quanto na organização financeira e de regulamento da competição. É considerado ideal por eles que isso comece no torneio de 2022, mas tudo é tratado com cautela. Eles admitem a necessidade de eleger um conselho para representar os 40 clubes nas discussões de pauta, mas ainda evitam destacar lideranças, embora elas surjam naturalmente nos debates.
A CBF monitora a ação dos clubes, mas vai oferecer resistência à tomada de poder. Ela reconhece que a crise política fragiliza a entidade, mas aposta nas federações para continuar controlando o principal esporte do país.
Esse Volpi é um chama gol, ele está sempre mal colocado, a sorte dele é essa crise financeira no clube, se não fosse isso ele já teria vazado. As lambanças desde o tempo do Diniz time nenhum aguenta. Em time pobre jogador fica uma eternidade.
Será que ta vindo um tapetão ai? Espero que não.
Torcer para esta liga dar certo.Este ano está perigando o rebaixamento.Plantel fraco .
Pra quem tinha que ganhar de qualquer jeito termina o jocom morto bueno e pablo e tres zagueiro
Volpi não dá não. Por que os caras só acertam chutaços na maioroa contra o SP? Porque volpi fica adiantado, mal posicionado. Defesa mais vazada do BR. 10 bolas que vão para o gol, 6 entram, 2 levam extremo perigo, 1 ele faz uma defesaça, 1 ele faz uma lambança. Assim não dá. Faz o básico, sem inventar.
Mais uma virada de mesa, ai vem vasco, Botafogo, Cruzeiro todos de volta pra elite, pode escrever