Fernando Diniz foi demitido do São Paulo em fevereiro em um clima pouco amigável. Após deixar o título do Campeonato Brasileiro escapar e ver a relação com alguns jogadores e diretoria esfriar, a saída foi o caminho natural.
A passagem do treinador pelo Tricolor foi um misto de frustrações e alegrias, que acabou com um final nada feliz para os dois lados. Neste domingo, às 18h15, ele reencontra o ex-clube no comando do Santos, em partida válida pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.
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Como de costume em todos os clubes que treina, Diniz implementou seu sistema de jogo com muita posse de bola e saída com zagueiro e, em um primeiro instante, sofreu duras críticas ao ser eliminado precocemente do Campeonato Paulista, da Libertadores e da Copa Sul-americana.
Mesmo com todas as quedas, algumas vexatórias, o ex-presidente Leco manteve Diniz no cargo e apostou em uma reviravolta. E ela veio com a classificação à semifinal da Copa do Brasil depois de eliminar o Flamengo e a liderança por várias rodadas no Brasileirão.
Mas a queda para o Grêmio na Copa do Brasil baqueou o treinador e o elenco. A partir daquele momento tudo começou a dar errado, e xingamentos destinados a Tchê Tchê na beira do gramado, dias depois, foi o estopim para a crise.
O nome de Fernando Diniz não era um consenso na atual diretoria, presidida por Julio Casares. No primeiro grande deslize do técnico, a demissão era praticamente certa.
Após sete jogos consecutivos sem vencer, Diniz não se sustentou no cargo depois de perder para o Atlético-Go e se despediu sob os agradecimentos de alguns, a rusga de outros e nenhum título conquistado após mais de um ano no cargo.
Reconstrução no Santos
Três meses após ser demitido do São Paulo, Diniz desceu a serra e acertou com o Santos no início de maio.
O treinador assumiu o clube alguns dias depois do acerto e num momento de alívio: a salvação do rebaixamento no Campeonato Paulista. A estreia foi numa importante vitória por 1 a 0 contra o Boca Juniors e, apesar do resultado, acabou marcada por sua expulsão.
Punido pela Conmebol, foi suspenso por duas partidas e não conseguiu evitar a eliminação precoce na fase de grupos da Libertadores (no Tricolor, ele também caiu na mesma etapa).
Depois, Diniz teve tempo para preparar o elenco para o início do Brasileirão e deu início à reconstrução santista. Aos poucos, vem ficando cada vez mais nítida a implementação de seu estilo de jogo, que prioriza a manutenção da posse de bola e a saída de jogo a partir do goleiro.
De lá para cá, ele ganhou cinco reforços: o zagueiro Danilo Boza, o lateral-esquerdo Moraes, os meio-campistas Camacho e Zanocelo e o atacante Marcos Guilherme.
– O jogo acaba sendo o maior treino. Porque às vezes treinamos e não conseguimos ter confiança para reproduzir no jogo pelo receio de perder a bola. Temos melhorado tecnicamente nos treinos e emocionalmente nos jogos, ganhando confiança. Existe tendência de evolução nesse quesito e nos outros também – disse Diniz, sobre a adaptação dos atletas à sua filosofia.
Até o momento, Diniz dirigiu o Santos da área técnica em sete oportunidades. Foram quatro vitórias, um empate e duas derrotas.
Ex-técnico, reencontra, São Paulo, mal-estar, reconstrução
Crespo vai mostrar pro Diniz como se joga... tricolor 2x0
Cono disse Bruno Alves nem tô pensando no Diniz.... isso ai pra mim não e técnico
Santos 2 a 0
Eu não creio que vamos nos dar bem nesse duelo. Será umas das raissimas vezes que o Diniz vai se sentir feliz em relação ao São Paulo, dessa feita com vitória sobre seu ex time. Infelizmente vamos perder para esse panaca, o time dele está zangado com a derrota pata o Flu, vem com tudo pra cima da gente...
Diniz é um técnico derrotado. Nunca ganhou um título, disputou 05 campeonatos sequidos e perdeu todos. O São Paulo vai enfrentar as sereias com 05 titulares no D.M. vamos jogar com um mistao.
E ele vai da no tatico no crespo...e os jogadores vao falar ...ainda.da tempo de recuperar...aham..
**** SE ele. E **** SE também quem postou essa *****