E se o clube busca um troféu estadual que não levanta desde 2005 e uma conquista, de qualquer competição, que não vem desde 2012, esta é a primeira decisão de Hernán Crespo na equipe do Morumbi.
O argentino é o 14º técnico (13 efetivos e 1 interino) após a última conquista com a missão de fazer o São Paulo voltar a levantar uma taça. O curioso é que, só por garantir o vice-campeonato, o ex-atacante já pode dizer que nem todos os seus antecessores chegaram tão perto do título como ele.
Desde o troféu da Copa Sul-Americana de 2012, sob o comando de Ney Franco, o clube só foi vice-campeão em três oportunidades, sempre com técnicos diferentes: Paulo Autuori, Muricy Ramalho e Cuca.
Autuori, comandante nos títulos da Conmebol Libertadores e Mundial de Clubes em 2005, substituiu o demitido Ney Franco e perdeu a Recopa Sul-Americana para o Corinthians, em 2013, com duas derrotas: 2 a 1 no Morumbi e 2 a 0 no Pacaembu.
Um ano depois, Muricy Ramalho levou o São Paulo à segunda colocação do Campeonato Brasileiro de 2014 em uma disputa nem tão cabeça a cabeça com o Cruzeiro. O máximo que o time tricolor chegou a ficar do campeão foi quatro pontos atrás e acabou a campanha com desvantagem de dez pontos.
A maior chance dos últimos tempos foi com Cuca, em 2019. O atual treinador do Atlético-MG assumiu a equipe do Morumbi na semifinal do Paulista, com vitória nos pênaltis sobre o Palmeiras, mas acabou perdendo o título para o Corinthians, também em dois jogos: 0 a 0 no Morumbi e 2 a 1 na Neo Química Arena.
Outros que dirigiram o clube desde o título da Sul-Americana também chegaram a brigar por conquistas, mas acabaram caindo antes, seja na semifinal ou em posições piores em campeonatos de pontos corridos.
No primeiro grupo, estão o próprio Muricy Ramalho (Sul-Americana de 2013 e 2014), Milton Cruz (interino na reta final do Paulista de 2015), Doriva (Copa do Brasil de 2015), Edgardo Bauza (Libertadores de 2016), Rogério Ceni (Paulista de 2017), Diego Aguirre (Paulista de 2018) e Fernando Diniz (Copa do Brasil de 2020).
Em pontos corridos, Aguirre e Diniz chegaram a liderar o Brasileirão, em 2018 e 2020, respectivamente, mas o desempenho da equipe caiu drasticamente nas rodadas decisivas, o que fez o São Paulo acabar as campanhas em quinto e quarto lugares, nesta ordem .
Completando a lista, nomes como Juan Carlos Osorio (saiu logo após a vaga na semifinal da Copa do Brasil em 2015), Ricardo Gomes, Dorival Júnior e André Jardine não chegaram a disputar fases decisivas em seus períodos no Morumbi.
Agora é a vez de Crespo. Em três meses de trabalho, o argentino deu um padrão de jogo ao São Paulo e chegou a ficar invicto por 14 partidas consecutivas, série perdida na terça-feira (18) para o Racing, na Libertadores.
O São Paulo tem a melhor campanha do Paulistão, por isto decidirá o título em sua casa, o Morumbi, no próximo domingo (23). A segunda partida da final está marcada para às 16h (horário de Brasília).
São Paulo FC, Tricolor, SPFC, Crespo
Hoje o Crespo teria que deixar Leo no banco, ele é lento na retaguarda, é travado e não sabe sair jogando, tem que escalar Bruno Alves. Senão............ Vem derrota.,Reinaldo joga adiantado e Leo não marca ninguém.
Ricardo gomes chegou na semi da liberta de 2010 se nao me engano
O Bauza chegou na semifinal da Libertadores.
Palmeiras é freguês de carteirinha . Vamos São Paulo .
Escalando Willian, Shailom, Diego Costa e deixando Hernanes no Banco não vai ganhar de ninguem
Vai ser dificil ganhar das peppas estao com melhor time do brasil. Tomara que sp consiga vencer hj e domingo. Paulistao eh ouro