Porém, com o avanço da pandemia do novo coronavirus, paralisação de todos os eventos esportivos pelo mundo e colapso financeiro em atividades esportivas e patrocínios, a discussão sobre manter investimentos em outros esportes além do tradicional futebol chegou aos cofres da diretoria de finanças. Veja mais detalhes abaixo de lucros e prejuízos e responde: tem que investir ou focar?
A gestão Leco tentou em seus anos de atividade parceria com distintas áreas esportivas, uma delas surpreendeu aos torcedores hoje com a notícia da necessidade e um acordo judicial com o técnico de vôlei Zé Roberto Guimarães. O débito de R$ 3,5 milhões reduzido em acordo para R$ 2,6 milhões se deu por não cumprimento (do SPFC) de determinações do contrato com o time de vôlei de Zé Roberto, sediado em Barueri.
O Tricolor paulista decidiu evitar novos projetos de engajamento por agora em outros esportes afim de resguardar os cofres e manter o foco no futebol no Morumbi. O esporte será prioridade para a gestão de Júlio Casares que enfrenta o desafio de manter um time competitivo enquanto reduz uma dívida de mais de R$ 600 milhões.
Barquete: uma cesta de três pontos
Em 2018, o SPFC anunciou que viria forte no basquete transformando a equipe amadora de sócios em um time profissional com a contratação de atletas, ginásios lotados - com direito à presença da Torcida Independente e muita emoção - em todos os jogos, fortes emoções e novos torcedores das três cores fãs da categoria. O ex-presidente da Liga Nacional de Basquete (LNB), João Fernando Rossi, foi contratado para a função de gestor geral da modalidade.
Por ter tido uma das melhores campanhas nos últimos anos, o Tricolor pode conquistar uma vaga na Champions League Américas, principal competição do continente na modalidade e disputar novamente o estadual NBB - que foi lamentado por ter sido cancelado ano passado abruptamente sem um campeão enquanto o SPFC ía muito bem.
Em 2020, o São Paulo cortou pela metade os investimentos do tão adorado basquete mas manteve a base profissional para a temporada 2021 e preocupa parte dos diretores, sócios e fãs que estavam vibrando com o avanço da equipe recém montada. para assegurar os próximos anos, reduções de salários foram feitas e acordos com os atletas.
Pela crise gerada com a pandemia do coronavírus, outros clubes cessaram o investimentos em demais esporte que não sejam o futebol buscando focar em resultados para gerar receitas, casos de Palmeiras e Corinthians. E alguns lutaram para se manter em esportes mas engajados como o Flamengo. A questão gera discussão, principalmente sobre categorias em que já foram montadas estruturas profissionais.
SPFC, ESPORTES ALTERNATIVOS, BASQUETE, VOLEI, FUTEBOL, GESTÃO, INVESTIMENTO
O problema é q sempre cai td nas costas do futebol. Se o clube enche de água quando chove e o futebol q banca a reforma. Se tem esporte e torneios amadores para sócios e o futebol q banca, se tem outros esportes profissionais e o futebol q banca... enfim, o ideal era separar o clube social do futebol e o clube social passar a caminhar com as próprias pernas...mas nunca q os conselheiros vão perder a fonte de dinheiro sem fim...
Outros esportes bancado com o futebol não pode ser considerado um projeto profissional sério. E mais um capricho de sócios e diretores q gostam de outros esportes.
Eu se fosse julho casares eu ia so envisti em primeiro lugar n futibol masculino e feminino w n atretimo n basquete so
Tem que manter, principalmente o basquete esses caras estão nos representando muito bem
Tem que manter
A prioridade tem q ser sempre i futebol, mas é muito gratificante ver outros esportes sendo representado com esta camisa, porém uma má gestão sempre põe tudo a perder??
No escudo já tem a resposta k ( SPFC ) SÃO PAULO "FUTEBOL" CLUBE
Tendo patrocínio, manter os outros esportes e até ampliar