Na Inglaterra, os números de contaminação são os mais baixos pela covid-19 desde o início da pandemia graças a uma campanha de isolamento social e de vacinação eficiente. O futebol inglês vai se beneficiar disso, possivelmente com a volta dos torcedores aos estádios em sua totalidade muito brevemente. Lá é um país menor. Por isso que no Brasil se faz necessário repensar nossos métodos, agora que temos dois ministros da saúde (por enquanto). Aos poucos, os Estaduais vão se rendendo à necessidade de parar o futebol por algumas semanas. Não é para sempre. Não é deixar de jogar. É só durante um momento de crise, de colapso nos hospitais, no Brasil.
Em Minas Gerais, o regional acontece neste fim de semana e depois para. Em São Paulo, que já está parado, não terá rodada sábado nem domingo, apesar de a FPF e os clubes tentarem de tudo para manter as partidas. Parou por determinação do governo Estadual. Mas não jogou a toalha. Vai tentar na próxima semana levar as partidas para outros lugares fora de São Paulo. Ir para a Justiça está descartado neste momento, como queriam alguns clubes, como o São Paulo.
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No Sul, o Gauchão continua apesar da bandeira preta no Estado, como na cidade de Porto Alegre, onde estão as bases de Internacional e Grêmio. Renato Gaúcho foi um dos primeiros a defender a continuação das partidas, alegando que elas dão uma agenda aos jogadores e prendem os torcedores em casa. São argumentos inteligentes. Fico com os que defendem a paralisação por um período a fim de tirar as pessoas das ruas e dos trabalhos e aliviar para os envolvidos com a modalidade. O futebol é pano de fundo, mas vale para todas as modalidades esportivas, do vôlei ao basquete, por exemplo. Precisamos parar tudo até como recado simbólico aos torcedores.
Nas ruas de São Paulo, em alguns bairros, já é possível ver menos gente circulando, como nos arredores do Palmeiras. Bares e lojas estão fechados. Menos trânsito também na região. Ocorre que as pessoas do futebol não querem parar. Pelos menos não dirigentes de clubes e federações. O presidente da Ponte Preta, contaminado pela covid-19, é pela continuação. Todos precisam do dinheiro das cotas dos torneios e da TV. É fácil de entender. Mas jogam neste momento contra o próprio futebol. Há pouco interesse pelas partidas e coisas do esporte agora em que o Brasil se afunda e perde sua briga para a covid-19.
Oito Estados pararam: Acre, Ceará, Tocantins, DF, Goiás, Espírito Santos, São Paulo e Minas Gerais. O Paraná parou parcialmente apenas. Há um efeito dominó nisso tudo. E bastante necessário. O torcedor sabe que é por um momento especial. Curto até. É bom também que ele fique com saudade de ver seu time jogar. A equipe vai retornar melhor após mais treinamento e menos jogos, mais tempo para recuperação física dos seus atletas. A CBF e as federações podem ajudar seus filiados financeiramente, como fizeram há um ano. A vida tem de valer mais do que a vontade de jogar futebol. Pena que as decisões pela parada neste momento não partiram dos dirigentes de clubes e das entidades que comandam o esporte. Isso jamais será apagado.
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"Ainda bem que a natureza criou o Corona" assinado Luladrao.
A culpa de toda paralisação não só do futebol é exclusiva desse governante incompetente que por briga política atrasou a compra de vacinas para o Brasil.
Fora,bolosnaro!!
Achei que o app era para falar e comentar futebol agora tem um bando de ****** s comentando politica por que vcs nao vao para brasilia
Quem disse foi o Ronaldo Fenômeno.
Eurico quem proibiu do nosso Presidente governar foi o STF. Se vc não sabe é uma coisa, agora se vc sabe, precisa deixar de ver a globo lixo. E nunca mais votar no PSDB e PT.
Quem disse que não se faz copa do mundo constrindo
"Não se faz copa do Mundo construindo Hospitais" Ronaldinho governo Luladrao
O Casagrande, demonstrando respeito, poderia parar de comentar, encadeando a suspensão do salário, como esse gambá comunista de iPhone ama dinheiro, ama fazer caridade com chapéu alheio, dúvido que faça...
Espero que os programas esportivos tbm sejam proibidos, ja que a tempos não são essênciais.