Através das redes sociais, o São Paulo relembrou a vitória por 2 a 0 sobre o Palmeiras na Libertadores de 2005. O triunfo no estádio do Morumbi completou 15 anos nesta segunda-feira e foi válido pelo jogo de volta das oitavas de final da competição continental. Com o resultado, o Alviverde foi eliminado e o Tricolor seguiu no torneio que seria, posteriormente, campeão.
Na publicação que recorda a partida, o São Paulo escreveu que aquele foi um “Choque-Rei sem novidade”. O motivo da leve provocação ao rival é que o Tricolor nunca perdeu para o Palmeiras em partidas válidas pela Libertadores. Em oito jogos, foram seis vitórias para o clube do Morumbi e dois empates, além de três eliminações do Alviverde.
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Há 1??5?? anos, o Tricolor bateu o Palmeiras e avançou para as quartas da @LibertadoresBR! Um Choque-Rei sem novidade, com eliminação do rival e gols de Ceni e Cicinho ??
— São Paulo FC (de ??) (@SaoPauloFC) May 25, 2020
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Na partida do dia 25 de maio de 2005, a equipe do técnico Paulo Autuori possuía a vantagem do empate por ter vencido o jogo de ida, no Parque Antarctica, por 1 a 0, com direito a um golaço do lateral-direito Cicinho. Mesmo assim, o São Paulo controlou o duelo no Morumbi.
Mesmo com um homem a menos, já que Josué havia sido expulso aos 9 minutos do segundo tempo, o São Paulo abriu o placar com Rogério Ceni, aos 36 minutos da segunda etapa. O goleiro artilheiro aproveitou o pênalti cometido pelo volante Correa, que colocou a mão na bola após jogada de Diego Tardelli, e chutou forte no meio do gol para balançar as redes de Marcos.
Precisando de dois gols, o Palmeiras se lançou ao ataque, mas recebeu um balde de água fria no último minuto da partida. Cicinho cobrou falta de longa distância e acertou o canto esquerdo de Marcos, em um chute forte e rasteiro. O gol do lateral-direito, além de sacramentar a classificação do Tricolor, ainda foi o de número 10 mil da história da Libertadores.
Após eliminar o Palmeiras, o São Paulo despachou o Tigres-MEX, River Plate e Athletico-PR e se sagrou campeão da Libertadores de 2005. No final do ano, a equipe de Paulo Autori ainda venceria o Mundial de Clubes, em cima do Liverpool.
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Nesta época chamava-mos nosso atacante de "Diego Retardele". Indisciplina fora do campo, cabeça dura, etc, mas sempre foi um jogador excelente. Me recordo que ele chegou bêbado ou ressacado ao CT, mas jogava muito.